Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Abduções, Implantes e Bloqueio Mental



O fenômeno abductivo é sem dúvida alguma uma das novelas mais aliciantes e pertubadoras inseridas no contexto OVNI. Contrariamente à topologia verificada e metodologia utilizada na análise de objetos não identificados, a abdução peca pela inexistência de uma estrutura delineada, fator essencial numa apreciação lógica qualitativa. De uma forma geral o ritual pode ser resumido em três fases de intervenção: A materialização ; A examinação física ; O retorno. Normalmente a materializaçâo e examinação do "abduzido" por parte das alegadas entidades implica um sofrimento físico associado à já penosa situação psicológica. Aparentes tentativas de resistência por parte do "abduzido" não são significativas para pôr termo à agonia e só contribuem para um reenforço psico-anestésico perpetuado pelos magos da tecnologia.
O regresso do "abduzido" à situação de normalidade aparente implica uma "indução amnésica" dos acontecimentos, bem como uma reposição de "normalidade" física semelhante à que precedeu a abdução (postura, objetos, etc.). Os abduzidos geralmente dizem sentir uma forte falta de ar e posterior desmaio. Isso pode ser devido ao uso de um raio (geralmente azul) utilizado para levantar as pessoas até a nave (assim é feito em alguns casos). Esse raio também poderia ser o responsável pelo fato dos abduzidos "passarem através".

de materiais sólidos (como paredes e janelas fechadas). Outra hipótese para esse fenômeno seria uma interferência direta dos aliens na densidade do corpo humano. Seja por uso de poder mental ou, como no caso de Betty Andreasson, a consequência de um aparelho usado pelos aliens para que a pessoa "saia" de sua forma física para ficar em uma forma "espiritual". Os abduzidos raramente se lembram do ocorrido naturalmente, pois são submetidos pelos aliens a um forte bloqueio hipnótico. Em um dado momento, esse bloqueio é retirado (pelos próprios aliens), fazendo com que o abduzido tenha pequenos "flashbacks" do acontecido. Quando procura ajuda especializada, a vítima, geralmente por meio de hipnose se lembra da abdução que sofreu.
O propósito das abduções ainda é desconhecido, tudo o que temos são suposições. No entanto, as experiências passadas pelos abduzidos são bem conhecidas: geralmente é colocado um implante na vítima, provavelmente para uma futura localização e monitorização. O procedimento para a colocação da maioria dos implantes é o seguinte: uma longa e fina "agulha", com o implante em sua ponta, é enfiada através da narina direita da vítima. Quando atinge uma área próxima ao cérebro da pessoa, esse implante é retirado. É comum, o abduzido ter sangramento no nariz ao acordar.
Os aliens também podem coletar esperma e retirar óvulos de suas vítimas. Esses são os procedimentos mais comuns. Coisas como manter relação sexual com outros abduzidos em estado de transe e tocar bebês híbridos também acontecem.
É do "conhecimento" público que as abduções tipo "visitante noturno", parecem indicar uma parcial, senão total, atividade orientada para uma hipotética hibridação através de um conluio genético entre terrestres e alegados extraterrestres.
Segundo relatos de "vítimas" de abduções, estas situações repetem-se por várias vezes ao longo dos anos, desde que o processo de reprodução se mantenha ativo.
Sintomas de abduções: sonhos com animais (geralmente coruja e lobo), lembranças de ter tido contato real com um desses animais sem que isso tenha realmente acontecido, cicatrizes na barriga da perna e canelas.
Indivíduos que alegaram terem sido abduzidos por extra-terrenos apresentaram estórias semelhantes. Eles dizem que foram abduzidos em todas situações possíveis de se imaginar, mas a maioria deles dizem terem sido abduzidos em sua cama ou dirijindo carros. Normalmente o indivíduo está dirijindo o seu carro ou descançando em suas camas e é surpreendido por um luz muito brilhante. Se ele estiver no carro, todo o sistema de eletricidade do carro para de funcionar e o motor para. A luz brilhante causaria a paralisia do indivíduo enquanto sua mente está repleta de medo e terror. O abduzido verá vários seres de baixa estatura se aproximando, e levando-o para a sua nave.
O abduzido é levado para dentro da nave e diretamente para um cômodo branco em forma circular. No meio do cômodo há uma mesa de operação metálica a qual o abduzido é instruído à deitar após retirar todas as suas roupas. Durante todo o processo o indivíduo está em estado de choque recebendo mensagens telepáticas dos extra-terrenos. Enquanto está na mesa, o indivíduo é examinado e pequenas amostras são retiradas (sanque, osso, óvula da mulher e esperma do homem). O cérebro do indivíduo iria ser operado e um pequeno implante seria feito bem fundo em sua cavidade nasal ou do ouvido. Algumas mulheres abduzidas são implantadas com um embrião alien-humano hybrido no seu útero (o feto é retirado pelos extra-terrenos 2 a 3 mêses após o implante).
Depois dos exames e sirurgia, o indivíduo é instruiido para sair de cima da mesa e vestir as suas roupas. O indivíduo é escoltado para fora do cômodo circular. Normalmente o indivíduo é levado para outras partes da nave: um cômodo onde fetus alien-humanos hybridos estão crescendo em tanques com líquidos, uma maternidade onde crianças alien-humano hybridos estão-algums vezes uma das crianças é apontada como sendo produzido pelo esperma ou óvulo do indivíduo, um cômodo onde o indivíduo é instruído a ver um mural com detalhes da história passada da Terra e previsões de futuras catástofres, ex: tempestades, cidades em chamas, vulcões em erupção, e chuvas devastadoras.
implante1O indivíduo é escoltado para fora da nave de volta ao seu carro ou cama. O indivíduo é telepaticamente avisado que ele esquecerá tudo o que aconteceu e que sua vida continuará como se nada tivesse acontecido. O indivíduo não terá nenhuma pista para saber o que aconteceu a não ser a sensação diferente e haverá um período de tempo o qual ele não consiguirá se lembrar o que ele estava fazendo. Usualmente, o único jeito para o indivíduo perceber que foi abduzido seria descobrir os estranhos sintomas ou sobre uma sessão de hipnose.
Com relação a hibridização outros dizem ser improvável pois espécies diferentes possuem variados números de estruturas cromossomáticas. Seres humanos possuem 46 cromossomas por células normais (23 pares),outros animais variam entre duas a duzentas estruturas.
Durante o ato de "concepção", (fusão do espermatozóide com o óvulo), estruturas idênticas,uma de cada um dos intervenientes tem que compatibilizar de forma a que o embrião (já) fertilizado prossiga o seu desenvolvimento natural.
Por vezes, e dentro da mesma espécie, embriões portadores de cromossomas de valor ímpar sem probabilidades de acasalamento cessam de evoluir provocando na maior parte das vezes abortos espontâneos.
Diferentes espécies não só acumulam os seus códigos genéticos em diferentes números e estruturas cromossomáticas, como também possuem uma forma " arbitrária " de codificação e arranjo dos mesmos, para além do fato de que possuem várias quantidades de DNA (moléculas genéticas) por célula.
O óvulo-espermatozóide-embrião é sem dúvida alguma uma perfeita orquestração de ballet químico e geométrico, onde moléculas estruturais (proteínas) e moléculas genéticas (DNA) se fundem e combinam numa forma pré-estabelecida.
Esta, a razão da inviabilidade de união (em proveta) entre humanos e ratos, não obstante a semelhança de identidade de DNA e proteínas (cerca de 90 a 95%). Em ambas as espécies o número de portadores genéticos são práticamente os mesmos, no entanto os sistemas de envólucro cromossomático diferenciam bastante (ratos possuem 20 pares, 40 cromossomas).
Note-se que não obstante a semelhança de identidades genéticas o "Homem-Rato" híbrido continua a fazer parte da ficção científica.
Relativamente à probabilidade de envolvimento de uma tecnologia extraterrestre no processo de hibridação, tal fato teria que ser assumido no contexto de que estes "extraterrestres" teriam de possuir uma estrutura bioquímica semelhante à humana, o que apresenta um alto índice de improbabilidade tendo em conta a própria variedade de código genético entre as diferentes espécies que povoam o planeta Terra.
Sob esta ótica, ainda que se assuma que as ditas entidades são mestras em engenharia genética e arquitetura molecular, qual seria ao fim e ao cabo, o propósito da recolha de esperma ou óvulos para efeitos de experiência genética, incluindo hibridação, quando na realidade esperma e óvulos são células que só contém metade da informação genética. A recolha de células somáticas presentes à superficie da pele, por exemplo, e a utilização do código genético das quais são portadoras seria algo bem mais simples e menos traumático.
Embora considerando a alta percentagem de casos de alegadas abduções no Continente Norte Americano, uma das interpretações plausíveis para a alegada associação genética - hibridação -, parece descabida no contexto biológico cósmico.
A inexistência de fundamento nas alegadas intenções "extraterrestres" apenas reduz o leque explicativo, não resolve de forma alguma a existência do fenômeno, pelo que outras alternativas explicativas de âmbito sócio-cultural parecem ser aconselháveis.

Os primeiros registros de naves extraterrestres submarinas no Brasil

Nem só de Objetos Voadores vive a Ufologia. Da mesma forma que há ÓVNIs sendo vistos em diversas regiões do mundo, existem também registros dos chamados Objetos Submarinos Não Identificados (OSNIs) pelos mares. Vários pesquisadores chegam a associar os desaparecimentos de embarcações, de aviões e de pessoas no "Triângulo das Bermudas" com OSNIs. Conheça agora as primeiras notícias no Brasil sobre esse tipo de aparelhos:
O primeiro registro oficial de um OSNI no Brasil foi em 30/06/1967, quando o navio cargueiro "Naviero," carregado de explosivos, detectou um misterioso corpo semelhante a um submarino, com 30 metros de comprimento, uma silhueta limpa e resplandecente, emitindo uma estranha luminosidade branco-azulada. O objeto desconhecido passou rapidamente debaixo do cargueiro e desapareceu.
Em 1970, oito testemunhas que estavam na Praia do Leblon, no Rio de Janeiro (RJ), observaram um objeto discóide girando na superfície da água. Tinha cerca de seis metros de diâmetro e uma cúpula transparente na parte superior, onde foram vistos dois tripulantes de fisionomia grotesca e muito pequenos, vestindo roupas brilhantes.

Encontros com Osnis



O extraordinário contato com luzes anômalas tem sido registrado por testemunhas oculares através dos séculos... avistamentos em rios, lagos, mares e oceanos por todo o globo terrestre.
Alguns casos:
Segundo jornais alemães de agosto de 1954, quando em rota de Amsterdam para New York, o Capitão Jan Bos, da SS Groot Beer, relatou ter observado um estranho objeto luminoso subir no Oceano Atlântico a mais ou menos 90 milhas a leste do farol de Cape Cod. Tinha portas iluminadas ao redor da borda e desenvolvia uma velocidade fantástica.
policiais viram emergir da água em Porthcawl, na noite de 01 de setembro de 1957, algo que, de início, parecia um barco em chamas. Ele estava localizado na direção de Ilfracombe, no canal de Bristol e começou como um brilho vermelho que logo cresceu e ficou maior que uma lua cheia. Podia ser vista uma faixa negra em zig-zag em seu centro, depois decolou em uma velocidade alarmante, acompanhado de duas luzes menores, em direção do Atlântico.
Os sons captados pelo hidrofone de um navio de pesquisa operado pelo Instituto Oceanográfico de Woods Hole estavam dirigidos aos osciloscópios do barco quando este sondava as águas profundas de Puerto Rico. Os cientistas a bordo ficaram confusos, pois o barulho continuava intermitentemente a uma profundidade de 30.000 pés. Este limite extremo quase que certamente exclue a presença de um outro tipo conhecido de submarino. Quando mais tarde traduziram seus registros para cartões IBM , os cientistas, para seu espanto, descobriram que os sons registrados eram de uma mudança na taxa de 100 a 180rpm. Vários dias de avaliação de dados os deixaram ainda mais surpresos...começaram a ponderar se de fato eles não tinham rastreado algum tipo de vida marinha - subsequentemente apelidando-a de "180rpm animal".
O inglês Nigel Lea-Jones recorda: "Em 1972, um amigo e eu estávamos mergulhando de um bote, no Caribe, perto do litoral. Repentinamente, eu me virei e vi um objeto esférico laranja e prateado de mais ou menos seis pés de diâmetro em uma subida, exatamente acima da água. Ele estava a exatamente uns cinquenta pés de nós e estava estreitamente seguindo um curso em zig-zag. Depois de mais ou menos um minuto a superfície do objeto abriu para revelar uma janela circular escura de mais ou menos dois pés ao redor dele. Nós nos entreolhamos nervosamente e quando tornamos a olhar o objeto tinha desaparecido sem um som. Eu nunca encontrei uma resposta e a origem do objeto permanece um mistério."
Trevor Tyler era um mergulhador de águas profundas com mais de 13 anos de experiência quando algo aconteceu, 270 pés abaixo da superfície do Atlântico, que resultou em sua morte súbita e inexplicável. Este inglês de 34 anos estava trabalhando sob as águas na costa da Guiné, África Ocidental, quando sem qualquer aviso seu colega de trabalho que estava no rádio ouviu um barulho metálico seguido de um grito e depois o silêncio. Imediatamente outro mergulhador foi enviado lá para baixo e achou o corpo sem vida de Tyler flutuando a 180 pés abaixo da superfície, seus braços distendidos e a roupa de mergulho inflada como um balão. Em um inquérito em 1968, uma testemunha contou como Tyler tinha obviamente retirado seu cinturão de peso antes de morrer em uma tentativa vã de subir rapidamente. Do que ele estava fugindo, ninguém saberá.
Voltando para casa pelo canal de Bristol em uma tarde de fevereiro de 1965, um casal de Minehead localizou o que parecia ser uma aeronave de combate cinza. Ela estava viajando na mesma direção e eles entenderam que sua descida somente podia terminar em desastre. O motorista do carro, um oficial de rádio aposentado, rapidamente parou e pegou seu binóculo, olhando como a nave continuava até pousar no canal com um jato de fumaça negra, depois desapareceu. Uma unidade de Busca e Resgate da RAF baseada em Plymouth procurou por qualquer nave perdida ou extraviada mas não encontrou nenhuma. Cada avião foi localizado e além disso nenhum destroço foi recuperado.

OSNIS navegam em nossos mares e rios

Osnis (Objetos Submarinos nao identificados) é um segmento de estudos da ufologia que trata dos objetos que são avistados submersos ou na superfície de rios, lagos e mares. Os estudiosos deste tema são conhecidos como Osniólogos. Os objetos são avistados a olho nu e através de radares, que registram profundidades extremas, demosntrando a capacidade de suportar pressões superiore a capacidade dos mais modernos submarinos. Outra caracteristica é a velocidade e manobrabilidade que destoam dos veículos com tecnologia terrestre. O desempenho e dinâmica não são compatíveis com o ambiente aquático.
Apesar das qualidades subaquáticas muitos desses objetos são submergíveis e voadores, guardando ainda características anfíbias. Os principais paises ou regiões com registro visual de OSNI são Porto Rico, Japão, Rússia, Escandinávia, Brasil, Venezuela e EUA. Um dos primeiros relatos de avistamento de OSNI esta registrado no Diário de Bordo do navegador Cristóvão Colombo, datado de 11 de outubro de 1492, mesmo dia em que aportou nas ilhas de San Salvador.
Segundo consta, na madrugada,enquanto passava pela área conhecida como Triângulo das Bermudas, uma das caravelas que estava a seu comando foi rodeada por um objeto submerso, brilhante e com forma de charuto. O objeto rodeou a caravela, emergiu e ganhou os céus, em seguida passou a emitir feixes de luz. Enquanto estava sob ação dos feixes os instrumentos de metal deixavam de funcionar e ficavam extremamente pesados. A interferência aconteceu durante horas.
Outros relatos colocam o Brasil como ponto de aparições de OSNI|S. Em 30 de junho de 1967, o navio cargueiro "Naviero" detectou um objeto com 30 metros de comprimento, emitindo luzes branco-azulada. O OSNI passou rapidamente por baixo do cargueiro e sumiu.
Em 1970, foi registrado outro caso intrigante, desta vez, oito pessoas que transitam pela Praia do Leblon, no rio de Janeiro, testemunharam um objeto em forma de disco girando na superfície da água. O objeto possia aproximadamente seis metros de diâmetro e cúpula transparente na parte superior, onde, segundo as testemunhas, havia dois tripulantes.
No final da década de 1970,em 1977, o município paraense, Colares, era constantemente atacado por estranhas luzes. Entre a população o fenômeno ficou conhecido como "Chupa-chupa" e gerou uma operação militar apelidade de Operação Prato, comandada pelo Coronel Hollanda. O militar registrou o caso em vídeo e fotografias. Um dos pontos investigados pela operação foia Baia do Sol, que fica na Ilha do Mosqueiro, local onde foram avistado vários objetos estranhos, de dimensões diversificadas, e fartos casos de avistamentos de OSNIS, que saiam das águas e alçavam vôo.
Osniólogos ressaltam que as aparições não se restringem apenas aos mares e rios americanos e ressaltam altas incidências em elo menos de 15 regiões distintas levando especulações sobre bases submarinas nos quatro cantos do globo terrestre, como nas Bermudas, Mar do Diabo, Mediterrâneo ocidental, Ilhas Canárias, Golfo Pérsico, Argentina, Patagônia, Pólo Norte, Antártica, Austrália, Nova Zelandia, Africa do sul, Pacifico norte, venezuela, e Pacifico Sul.
Os objetos são comuns em áreas onde existem concentrações de frotas da OTAN e citam regiões ja conhecidas como Bahamas, Bermudas e Porto Rico. "São mais frequentes vistos na parte mais profunda do Oceano Atlantico, no parte sul do Triangulo das Bermudas e no mar do Caribe. De acordo com alguns especialistas na área de Porto Rico, ha uma base osni subquática", diz o primeiro capirão, Igor Barklay.
Na Venezuela, a noticia referente a existencia de uma base submarina na região conhecida como "El Litoral Central", foi transmitida pela imprensa em 1973, por victor Gesua. Como exemplo foram citados os casos observados em noite de 23
para 24 de março do mesmo ano, quando, os pedestres que transitavam nas ruas de La Guaiara foram testemunhas de um ovni ziguezagueando de norte para sul. O Objeto emitia clarões de luz azul e estacionou sobre o clube Playa Azul por aprosimadamente 15 minutos em seguida seguiu para o mar e a cerca de 15 milhas da costa passou a originar grandes ondas na superfície da água.
Na ocasião entrevistaram Julian Hidalgo, Montezuma, observador noturno, ele afirmou ter avistado luzes alaranjadas de forma tubular, como foguetes sairem da água a grande distancia da costa e desaparecem no céu. Nos mares do Caribe, o funcinário publico, Carmelo Pantri Salazar, relatou o avistamento constante de objeto entre as 18 e 19 horas, em um período de pelo menos 10 dias consecutivos, em março de 1973. Segundo ele, o OSNI emergia no lado oposto ao terminal de passageiros da marinha de "La Guaira" e seguia velozmente para o sul, em direção de El Avila Range. Entre as características do objeto, Salazar fala sobre a mudança de cor e forma.
No dia 28 do mesmo mes e ano, o aeroporto de Maiquetia reportou a presença de dois ovnis. A imprensa local citou a relação desses aparecimentos com a teoria de uma base submarina, onde os objetos aterrissavam com frequencia em praias isoladas na parte oriental da costa venezuelana, onde haviam sido encontradas pedras e areias chamuscadas.
Repórteres do jornal Últimas Noticias, da capital Carácas, estiveram no local e ficaram impressionados, a praia era famosa por suas formações rochosas e o hipotético local de aterrissagem estava livre das pedras, a impressão dos profissionais é que as mesmas haviam sido atiradas para longe. O solo possuia áreas chamuscadas como se tivessem sofrido a ação de um "maçarico". Em outro ponto foi encontrado um buraco, que foi apelidado como o "Ninho dos Ovnis", onde havia um brande número de caranguejos mortos.
As Marcas duraram pouco tempo, algumas noites mais tarde, os traços foram apagados pela ação da maré. Na região foi registrada por testemunhas a presença de objetos estranhos a uma algura de 200 metros durante aproximadamente 10 minutos. Voltando a Rússia, ex oficial da marinha Vladimir Azhazha relata que um submarino nuclear, em missão de combate no Pacífico, avistou no radar cerca de 6 objetos submersos. Os OSNIS passaram a ser persiguidos e para se livrar o submarino utilizou manobras em alta velocidade, o comandandte ordenou que o submarino emergisse e os objetos acompanharm e voaram para longe.
O lago russo Baikai também é situado como ponto constante para o avistamento de osnis, a área é o mais profundo lago de água doce do mundo. No local, marinheiros afirmam ocorrerem avistamenteos constantes de luzes nas profundezas. As visões lembram holofotes, piscando como flash de solda elétrica. No mesmo lago observaram cilindros, discos prata e luminosos, que emanam raios de luz. Em 1982, um grupo de mergulhadores militares foi até o fundo do lago e segundo consta, um grupo de criaturas huanóides vestidas com trajes prateados foram encontrados. O encontro ocorreu a uma profundidade de 50 metros, Os mergulhadores tentaram capturar os estranhos, mas tres dos sete mergulhadores morreram e quatro gravemente feridos.
Tanta agitação nos oceanos não deixaria de ser notada a pesquisa pelos governos. Uma das supostas bases que analisa o fenomeno, de forma velada, pertence aos EUA e esta localizada a aproximadamente 1500 quilometros de profundidades, trata-se da estação submarina AUTEC (Atlantic Undersea Teste and Evaluation Center). O local é apresentado como centro de Testes Submersos Atlânticos e Evaluação e fica na ilha de Andros, nas Bahamas. Sua utilização é voltada a testes de novos tipos de armamento, a localização é estratégica, fica estranhamente em uma das pontas do Triangulo das Bermudas.
Apesar de secreta, a base possui um site próprio onde explica que as suas pesquisas estão assossiadas ao programa Foracs (Forças Navais e de Precisão Bélica) da OTAN e as oito nações que particiapm do órgão: Canadá, Dinamarca, Alemanha, Grécia, Itália, Noruega, Reino Unido e EUA. Os EUA também utilizam rotineiramente as instalações do maior proto do Panamá, O Vasco Nunez de Balboa, para estoque e reabastecimento.
Ainda de acordo com o site oficial, a missão da base é apoiar todo o espectro da guerra submarina, fornecendo monitoramento tridimencional exato, avaliação de desemplenh, e dados para atender pesquisa, desenvolvimento, teste e requisitos de avaliação, para avaliação da frota de treinamento. Ufólogos compraram essa base com a área 51, base que fica no deserto de Nevada supostamente utlizada para a análise e investigação de ovnis.

Os Astronautas e a Realidade da Vida Extraterrestre

astro1E o mundo da ufologia vai seguindo seu caminho. Volta e meia surgem pessoas que dizem ver coisas estranhas nos céus, volta e meia surgem fotos e videos curiosos. Raramente um relato relacionado a aliens é levado a sério, pois pessoas despreparadas para reconhecer objetos aéreos confundindo balões com ufos é o que mais existe por aí.
A coisa muda um pouco de figura quando são pilotos civis e militares falando do fenômeno, mas ainda assim, estas pessoas podem acabar se enganando. O grau de confiabilidade de testemunhas do fenômeno varia do completo analfabeto beberrão, digno de pouca confiança ao exímio piloto de caça, com milhares de horas de treinamento em reconhecer alvos e os registrar nos radares de sofisticadas aeronaves usadas para defesa do espaço aéreo.
Este tipo é sem dúvida um tipo de “filé mignon” na pesquisa ufológica, pois embora um piloto seja humano e possa se enganar, é mais provável que seja uma testemunha de maior confiabilidade.
Daí que quando um astronauta resolve dizer o que sabe sobre alienígenas e objetos voadores não identificados, todo mundo se impressiona, afinal ser astronauta é algo que exige muito mais treino e experiência com fenômenos atmosféricos, astronômicos e espaciais do que um piloto de caça. Não raro, astronautas são pilotos de caça experientes que atingem um nivel de confiabilidade considerado por muitos investigadores do fanômeno ufo como o top do top. Estes caras passam por um treimaneto e seleção absurdamente criteriosa para ser mandados para o espaço e se eles resolvem dizer que existem discos voadores voando lá fora, isso não significa que é uma prova da veracidade do fenômeno, mas pelo menos significa que devemos prestar atenção no que eles estão dizendo. A bola da vez é Edgar D. Mitchell, um ex-atrsonauta do projeto Apollo, hoje com 77 anos e que detém oficialmente um recorde único no nosso planeta: de ser o Homem que mais tempo passou na Lua. (um recorde bem legal que eu gostaria de ter)
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Mitchell passeou no nosso satélite natural por 17 minutos durante a missão Apolo 14 em 1971. Mitchell é franco – e eu diria corajoso – ao dizer que uma fonte da NASA teve contato com extraterrestres reais, que supostamente são pequenos e com olhos e cabeça grandes. (características morfológicas conhecidas como Tipologia Alpha) Mitchell disse recentemente que durante o perpíodo em que trabalhou para a NASA, soube de inúmeros casos envolvendo ufos no nosso planeta e que os governantes tentam deliberadamente ocultar este asunto a qualquer custo.
Imediatamente após as declarações de Edgar Mitchell, o sexto ser humano a andar na Lua, durante uma entrevista a um programa de rádio dos EUA, a Nasa se pronunciou através do porta-voz com a mensagem de sempre: “A NASA não esta envolvida em nenhuma ocultação de vida extraterrestre neste planeta nem no universo. O doutor Mitchell é um grande americano, mas não compartilhamos suas opiniões neste sentido” Mitchell não se abalou nem um pouco ao ser desmentido e continuou a confirmar sua posição com relação ao fenômeno:
“Ufa, ainda bem que ainda me consideram um grande americano. Compartilhem ou não, o certo é que os ETs estão aí fora, só não enxerga quem não quer ver”. Segundo o astronauta a tecnologia alienígena é muito superior à humana. “nossa tecnologia não chega nem à sola dos sapatos da que eles têm” Entretanto, Mitchell acredita que os alienígenas não são hostis. “não são hostis, porque se fossem, já teríamos desaparecido da face da terra”.
A casuística ufologica está recheada de astronautas que relatam em graus diferentes algum tipo de “objeto estranho” ou fenômeno desconhecido. Um dos mais famosos é o caso da estação orbital predecessora da MIR, a Salyut 6 em 1981. À bordo da estação russa estava o cosmonauta soviético  Vladmir Kovalyonok e Viktor Savinikh, que permaneceram juntos por 77 dias orbitando a Terra
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O que ocorreu no espaço repercutiu tempos depois em todo o mundo, quando no dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária. Na ocasião estavam presentes diversos ufólogos, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy.
Havia cerda de 200 pessoas no salão de conferências que é, em geral, reservado exclusivamente para reuniões da cúpula. Entre elas professores universitários, astrofísicos, vários membros do Centro Espacial, gente do governo e militares. Todos receberam passes especiais e foram cuidadosamente revistados por agentes da segurança armados. Primeiro na entrada da Praça da Paz, depois no auditório. Gravadores, cadernos, máquinas fotográficas, etc, tiveram que ser deixados no vestíbulo.
O encontro começou as 5 da tarde e durou quase duas horas. Após uma breve introdução do general. Beregovoy, todos viram um impressionante filme, um documento estarrecedor feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. “O filme está bem guardado nos porões de aço, embaixo da Cidade-Estrela”, declara Aleksandr Kazantsev, cosmólogo, um dos presentes ao encontro.
Nesta reunião com as maiores mentes da URSS foi debatido um caso até então único. O contato com criaturas inteligentes e não humanas no espaço.
Nas palavras do cosmonauta:
“Eu fiz apenas alguns exercícios de ginastica, quando eu vi na frente de mim, através de uma janela, de um objeto que eu não poderia explicar… Eu vi o este objeto e então algo aconteceu eu não poderia explicar, algo impossível de acordo com as leis da física.”
Presentes na reunião, os dois cosmonautas disseram que a Salyut-6 fez contato com uma nave de origem desconhecida durante 4 dias (com interrupções) que orbitou junto com ela, a uma distância de 400 km de nosso planeta. O evento teria envolvido os respectivos astronautas e três seres desconhecidos a bordo do veículo misterioso que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6, de 16 metros de comprimento.
Segundo a descrição dos cosmonautas, o veículo também não apresentava saliências como painéis solares, dos quais as espaçonaves normais costumam extrair energia. As duas naves encontraram-se em 14 de maio de 1981, quase no fim da prolongada estada dos dois astronautas russos.
No encontro, após uma breve introdução do general Beregovoy, todos teriam visto um impressionante filme, um documento feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave desconhecida, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40m.

O contato no espaço

A história foi publicada no Brasil pela antiga Revista Manchete. Segundo a matéria, os dois astronautas estavam trabalhando em suas experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Ficaram algum tempo observando através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave. Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o dia 14 de maio de 1981, o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia cósmico seguinte, os dois astronautas viram a nave não identificada mais de perto, a menos de 100 metros de distância.
Segundo os cosmonautas, a nave não identificada se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis. Mesmo de perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície suave, uniforme, prateada. Os astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo, em três níveis, e, três cabeças de aparência humana atrás, respectivamente, de três portinholas.
Pelas janelas, puderam observar seres que usavam capacetes leves, parecidos com capuzes apertados, tendo, assim, os rostos parcialmente cobertos. Mas três quartas partes das faces eram visíveis através de visores transparentes. Tinham sobrancelhas compridas, grossas e narizes retos. Mas o que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos – enormes, azuis, duas vezes maiores que os dos humanos – fixos, sem mostrar o menor sinal de emoção. Nenhum músculo se mexia nos seus rostos.
Mais tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como os seres se mostravam amistosos, dispostos a entrar em comunicação, Kovalyonok teria pedido autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato. Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas perguntando sobre a possibilidade de um contato físico, o controle da missão respondeu com um “NYET” – “Não” em russo.
Os cosmonautas estavam se sentindo perfeitamente à vontade ante o comportamento dos ocupantes da nave, que mudava de posição freqüentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegou a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar seus movimentos, que pareciam humanos, embora muito rígidos, mecânicos e artificiais.
Os cosmonautas, então, teriam aberto um grande mapa celeste próximo à portinhola. A carta mostrava nosso sistema solar no centro. Kovalyonok se admirou quando um dos seres puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu o sistema solar num lado. Não restava dúvidas que eles estavam equipados com os mapas de navegação de absoluta exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo polegar para cima, e,o estranho ser, sem sorrir, fez a mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou a uma velocidade muito alta. Na órbita seguinte, estava de volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma razão aparente. Um membro da equipe do general Beregovoy, que estava na reunião de 18/6/1981 e vive nos EUA, é o matemático e especialista em computadores Boris Katznborgen. Ele conseguiu decifrar uma das mensagens extraterrenas.
Usando uma lanterna potente, Kovalyonok teria tentado se comunicar, primeiro em russo, através de Código Morse, sinalizando: “Cosmonautas soviéticos saúdam visitantes à Terra”. Os estranhos seres não entenderam. Tentou então uma mensagem em inglês: “Are you receiving us?”, também em Morse. Nenhuma resposta. Então ele tentou uma figura matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para UM, e sinalizou o número 101101. Logo depois veio um sinal luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok.
No dia seguinte, os seres teriam saído da nave e andado pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa. Os cosmonautas teriam então pedido permissão para também saírem, o que lhes foi negado. No quarto dia, a nave finalmente desapareceu e não retornou mais. Durante o período do encontro, Kovalyonok desenhou de próprio punho um esboço da nave.
Clark McClelland: o Astronauta que viu um Extraterrestre
nasa mcclelland
2010 - Clark McClelland é operador de espaçonaves aposentado pela NASA. Durante 34 anos de serviço, foi responsável pela segurança de inúmeras missões da agência, incluindo os vôos da Mercury, missões Apollo e Estação Espacial Internacional. Em declaração publicada em sua página pessoal no dia 29 de julho de 2008, McClelland revela ter testemunhado criaturas extraterrestres de cerca de dois metros e meio de altura enquanto monitorava a missão de um ônibus espacial no Kennedy Space Center.
Ele diz:
Eu, Clark C. McClelland, ex-operador de naves espaciais, Frota de Ônibus Espaciais, observei ETs com cerca de dois metros e meio de altura em meus monitores de 27 polegadas enquanto prestava serviços no Kennedy Space Center, Centro de Controle de Lançamentos. O ET estava em pé no compartimento de cargas do ônibus espacial conversando com dois astronautas da NASA! Vi também em meus monitores que a espaçonave do ET estava em órbita segura, na traseira dos principais motores do ônibus espacial. Observei o incidente por cerca de um minuto e sete segundos. Tempo suficiente para memorizar tudo o que estava vendo. Era um ET e uma nave espacial!
et descrito por macclelland
Além disso, McClelland diz não ter sido o único funcionário da NASA a testemunhar tais incidentes: “Um amigo disse mais tarde também ter visto um ET, mas desta vez dentro do compartimento de tripulação do ônibus espacial. Isso mesmo, dentro do ônibus! As duas missões tratavam-se de contatos ultra-secretos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos!” O depoimento de McClelland é impactante devido às suas indiscutíveis qualificações. Seu website contém alguns documentos que ele disponibilizou ao público, confirmando alguns dos vários feitos realizados durante sua longa carreira dentro da NASA. Suas alegações de ter testemunhado diretamente eventos envolvendo vida e tecnologia extraterrestres enquanto trabalhava para a agência constituem prova testemunhal. Os depoimentos de McClelland podem e devem ser usados para a criação de uma investigação oficial do governo dos Estados Unidos sobre vida extraterrestre.
Suas declarações provavelmente atrairão a atenção da comunidade ufológica e científica sobre os indícios de vida extraterrestre. Abaixo, seguem algumas questões e conclusões intrigantes oriundas das afirmações de McClelland.
Entre as dúvidas mais imediatas estão as seguintes:
• Como os extraterrestres se comunicavam com os dois astronautas da NASA que faziam parte da tripulação do ônibus espacial?
• Os seres de dois metros e meio da altura tinham aparência humana?
• Em quantas outras missões da NASA McClelland testemunhou diretamente provas de encontros entre astronautas e ETs?
• Por quanto tempo o ET permaneceu dentro da espaçonave, segundo o amigo de McClelland?
Também podemos tirar várias conclusões a partir das declarações de McClelland devido à sua grande credibilidade como principal testemunha de eventos ocorridos na NASA. Em primeiro lugar, suas palavras ajudam a confirmar a realidade da vida e tecnologia extraterrestres; confirmam também que a agência vem ocultando estas informações por questões de segurança nacional devido ao envolvimento do Pentágono. Tudo isto está em acordo com recentes análises que apontam a pressão do Pentágono para que a NASA esconda dados sobre artefatos extraterrestres descobertos na Lua, em Marte e outros pontos do nosso sistema solar. Uma outra conclusão tirada dos relatos é que veículos e seres extraterrestres possuem a capacidade de realizar manobras complexas nas proximidades de espaçonaves, incluindo manobras de acoplagem. Isto corrobora os alertas de que a NASA realiza uma limpeza nos vídeos e fotografias que contenham quaisquer imagens envolvendo tecnologia e artefatos extraterrestres flagrados durante suas missões espaciais.
Por fim, o testemunho de McClelland sugere haver um alto nível de cooperação entre ao menos uma civilização extraterrestre e a NASA/Pentágono. Ao que parece, os extraterrestres prestaram, inclusive, assistência em algumas missões espaciais que passaram por dificuldades, como parece ter sido o caso da cena flagrada por McClelland. As declarações dele ajudam a confirmar outros depoimentos alarmantes sobre acordos secretos envolvendo vida e tecnologia extraterrestres. Estes depoimentos fizeram com que a sociedade civil iniciasse um processo para a anulação de todos os acordos secretos relacionados à vida e tecnologia extraterrestres. As declarações de McClelland serão muito úteis para expor o modo como a NASA vem lidando com relatos alarmantes e testemunhas da vida e tecnologia extraterrestres ligadas as missões. Junto às recentes revelações do ex-astronauta Edgar Mitchell sobre o acobertamento oficial sobre o tema, os relatos de McClelland constituem forte justificativa para o início de uma investigação oficial nos Estados Unidos sobre o papel da NASA e do Pentágono na ocultação de provas de vida extraterrestre
Fonte: www.vigilia.com.br
          www.ufoevidence.org
          Mundo Gump

O Desaparecimento dos Tenentes Moncla e Wilson...em seu caça !!!

O canal que liga os lagos Superiores com os Grandes Lagos e escoa até Soo Locks é uma divisão de dois paises: de um lado está os Estados Unidos e do outro lado o Canadá. Esta área é considerada sensível para a segurança nacional de ambos os paises. Sendo assim, é uma área restrita para tráfego aéreo e, sob tal condição, é constantemente monitorada pelo ...
Comando Aéreo da Defesa de ambos os países. O que não impediu que esta localidade fosse palco para um incidente ufológico. Na noite de 23 de novembro de 1953, o radar de Terra do Comando da Base Aérea americana de Truax detectou um sinal não identificado sobre Soo Locks.
Imediatamente foi acionado um "alerta" que colocaria toda a base preparada para possíveis manobras de defesa dos Estados Unidos. O Alto Comando das Forças Armadas norte-americanas foi imediatamente informado sobre a presença de um sinal intruso nas telas dos radares.
Num primeiro momento, buscou-se identificar a nave desconhecida com o lançamento de um caça F-86 (foto abaixo), que decolou do campo Kinross. O caça era pilotado pelo Primeiro Tenente Felix Moncla Jr. e pelo Segundo Tenente R. Wilson e tinha o objetivo de realizar o reconhecimento visual do intruso, assim com a sua possível interceptação. O que se seguiu fez com que o pesadelo vivenciado à alguns anos atrás e que culminou com a morte do piloto e herói da Segunda Grande Guerra Thomas Mantell fosse relembrado por todo o contingente da Força Aérea norte-americana.
Enquanto o avião de Moncla ia velozmente na direção do UFO, o radar de terra acompanhava atentamente a interceptação. Apesar da rápida aproximação na aeronave desconhecida pelo caça pilotado pelo tenente Felix Moncla, o co-piloto tenente Wilson não conseguia detectar o objeto no radar de bordo. Informando ao comando da base sobre a impossibilidade de determinar o intruso no radar do avião, o co-piloto tenente Wilson pediu que a base informasse a localização precisa do UFO para auxilia-los na operação de interceptação. O que foram prontamente atendidos e assim, continuaram obstinadamente a perseguição ao intruso aéreo.
O UFO estava completamente parado. No entanto, com a aproximação do caça, acelerou na direção dos Lagos Superiores. Moncla não hesitou e começou a persegui-lo atingindo uma velocidade superior a 500mph. Por cerca de nove minutos a perseguição continuou com o piloto tenente Moncla se aproximando cada vez mais do UFO. E isso fez com que finalmente o co-piloto Wilson conseguisse fixar o objeto no seu radar. E a caçada continuou até o jato ficar tão próximo do objeto que o tenente Moncla passou a desenvolver manobras de interceptação sobre o mesmo. Ninguém tem certeza do que aconteceu realmente depois...
Tenentes_wilson_e_monclaOs dois "blips" nas telas dos radares pareciam ter se juntado e, a princípio, ninguém se alarmou. Eles não tinham um radar que medisse a altitude e pensaram que o avião estivesse embaixo ou acima do UFO. Porém, para desespero de todos envolvidos naquela operação em terra, os dois "blips" da tela do radar não se separaram com o passar do tempo. Eles ficaram juntos, por um momento, depois um sinal se apagou nas telas. O único sinal que restou nos radares acelerou e logo deixou de ser captado. Foram diversas tentativas desesperadas de contato com o avião de Moncla pelo rádio, no entanto foi tudo em vão. Parecia que eles não tinham sobrevivido à colisão, se foi isso de fato o que aconteceu. A unidade de Busca e Resgate foi acionada. Eles procuraram no último ponto em que o avião foi detectado: a cerca de setenta milhas de Keweenaw Point, em Michigan (EUA). Todos acreditavam que iriam achar Moncla e Wilson, pois eles tinham equipamentos suficientes para sobrevivência se caso tivessem caído sobre o lago. Depois de uma noite inteira de buscas ostensivas por terra e água, estranhamente nenhum traço ou destroços do avião caça foi encontrado; assim como os seus dois tripulantes. As buscas continuaram nos dias posteriores, mas as esperanças de encontrá-los vivos já haviam diminuído bastante.
Memorial em homenagem a Felix Moncla.
A Força Aérea norte-americana tentou explicar o fato alegando que o tenente Moncla e o tenente Wilson haviam perseguido um DC-3 canadense e, ao perceberem, teriam dado meia-volta e, quando estavam retornando para a base, tiveram algum problema que fez com que o caça caísse. Versão inaceitável, pois os tenentes não se comunicaram com a base informando sobre qualquer problema. E o que é mais estranho: se o caça caiu, porque não foi encontrado qualquer vestígio? Para piorar a situação, o governo do Canadá negou com bastante veemência que tivesse qualquer avião naquela área justamente naquela data. O fato é que o avião de Felix Moncla havia desaparecido em pleno vôo e sem deixar quaisquer vestígios.
Numa nova tentativa de explicar o desaparecimento do caça e dos tenentes Moncla e Wilson, o porta-voz da Força Aérea norte-americana apresentou vários relatórios médicos que diziam que o Primeiro Tenente Felix Moncla era suscetível a tonturas. Assim, Moncla deve ter se sentido mal durante o vôo e acabou causando o acidente. Se o Primeiro Tenente Felix Moncla tivesse passado mal, seguramente ele teria passado o controle do caça a jato para o Segundo Tenente R. Wilson. Ou seja: segunda versão é tão inaceitável quanto a primeira.
A Força Aérea norte-americana finalmente alegou que o avião pudesse ter explodido devido à altura em que se encontrava, ignorando o detalhe de que absolutamente nenhum destroço foi encontrado na água ou na Terra. A grande verdade é que ninguém, dentro ou fora da Força Aérea norte-americana, sabe ou veio a saber posteriormente o que realmente aconteceu. O caça com os dois tripulantes simplesmente desapareceu e até hoje não há solução para o misterioso incidente. No entanto, os oficiais que estavam presentes na sala de controle em terra, durante o incidente, deixaram bem claro suas opiniões: o que quer que seja que o tenente Moncla perseguiu naquela fatídica noite, causou o seu desaparecimento como também do tenente Wilson. O Comando das Forças Armadas norte-americanas declararam em nota oficial na imprensa que as opiniões daqueles oficiais não equivalem à posição oficial da Força Aérea, assim como tais declarações não condizem com as condutas dos cargos que eles ocupavam. Depois desse comunicado, nenhum dos oficiais aceitou dar mais declarações públicas.

A Batalha de Los Angeles


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Quando a História se mistura com a Ufologia.(ou vice-versa) Este incidente aconteceu em 25 de Fevereiro de 1942 em plena Segunda Guerra Mundial e foi documentado pelo jornal “Los Angeles Times”. Algumas semanas após o ataque Japonês à base naval de Pearl Harbor, os EUA estavam em pânico. Los Angeles estava às escuras, totalmente apagada por causa da guerra. Nas primeiras horas da madrugada, o sono de 2 milhões de americanos foi interrompido pelo tocar das sirenes e pelo fogo das baterias anti-aéreas.
Um objeto sobrevoava a cidade! Seria o inimigo? As luzes brancas que vemos na única foto existente são canhões de luz apontados para o objeto, o que se vê “pipocando” em volta do misterioso objeto são os disparos de baterias anti-aéreas, que em poucos minutos dispararam mais de 2.000 cartuchos de 6 Kgs. cada no objeto, que continou sobrevoando vagarosamente as cidades de Culver e Santa Mônica, como se nada estivesse acontecendo.
Após o incidente, o Exército disse à imprensa que o objeto era um “balão metereológico”. Outra declaração diz que eles haviam atirado em “nada”. Esse foi o primeiro caso público de acobertamento de OVNI na história americana. O famoso “Caso Roswell” ocorreria apenas 5 anos após este incidente, e a explicação oficial seria a mesma: “apenas um balão metereológico”.

A aeronave não era hostil

Um objeto voador não identificado apareceu sobre a cidade de Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 (semanas após o ataque de Pearl Harbor), acionando todos os alertas de invasão aérea da região. Era um enorme objeto desconhecido e, com medo de que fosse alguma tecnologia dos japoneses, os vários canhões de luz do sistema de defesa da cidade focaram na suposta aeronave, e as baterias anti-aéreas despejaram mais de 2.000 projéteis de 5 kg, de grande efeito explosivo. As sirenes de ataque aéreo de todo a região soaram durante a noite inteira, deixando os moradores apavorados com uma possível invasão japonesa. Pelo menos seis pessoas morreram em conseqüência direta do ataque do exército ao UFO que, lenta e despreocupadamente, moveu-se na direção da praia de Long Beach até desaparecer completamente. A foto ao lado mostra o que quase todos os moradores de Los Angeles viram naquela noite.
Agora, mais de 50 anos depois, Steven Lacey revive o caso utilizando as tecnologias disponíveis para lançar novas luzes sobre este mistério. Lacey limpou a imagem utilizando o Photoshop, ampliou-a, aplicou filtros de contraste e brilho até chegar na foto seguinte, que mostra claramente a forma já conhecida pelos ufólogos de um disco voador clássico.

Segundo Lacey é possível observar, olhando atentamente para os pontos escuros que registram as explosões, que os projéteis não chegaram a fazer contato com a aeronave. Testemunhas disseram para o LA Times que as explosões aconteciam em anéis ao redor da aeronave. E por isso Lacey supõe que a aeronave deveria ter algum tipo de campo de força, semelhante ao das naves espaciais na série de ficção Star Trek. O fato, segundo Lacey, de que uma nave desconhecida voou lenta e calmamente sobre Los Angeles, chamando a atenção de centenas de milhares de testemunhas, sem demonstrar qualquer tipo de dificuldade, enquanto o exército americano tentava com o maior empenho possível derrubá-la é, por si só, uma forte evidência de que a mesma seja alienígena, porque essa tecnologia não existia na época. E mesmo nos dias de hoje ainda é um sonho distante!
Mas a aeronave não era hostil. Ao contrário dos estupefatos militares ela não soltou bombas e nem utilizou qualquer tipo de arma. As mortes aconteceram devido ao próprio ataque do exército. Lacey escreve em seu artigo que não há possibilidade da aeronave, sendo pilotada por algum tipo de inteligência, não ter notado o ataque ao seu redor. Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Certamente, a tecnologia utilizada para fazer uma nave dessas é muito superior à nossa!
O governo norte-americano informou apenas que a aeronave não era identificada, deixando assim o público assumir que a sua origem era japonesa. Entretanto, o que aconteceria vivêssemos hoje em dia a mesma situação? Lembrando de que agora temos a grande diferença da atuação da mídia de massa e das transmissões ao vivo para todo o mundo? Quantas pessoas concluiriam imediatamente que esta aeronave não poderia ser deste planeta? Para Lacey, não há duvidas de que o objeto desconhecido que voou sobre Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 era de fato uma aeronave alienígena!

Acontecimento VERÍDICO

Este acontecimento verídico, documentado e nunca negado por as entidades governamentais dos EUA e pelas forças armadas desse país, teve lugar no ano de 1942, na turbulência da II Grande Guerra. Um OVNI gigantesco apresentou-se em Los Angeles mas foi bombardeado exaustivamente por artilharia anti-aérea dos EUA. Apesar da barragem de fogo intensa o objecto ficou intacto e silenciosamente deslocou-se em total silêncio até desaparecer. A tese oficial contudo refere que se tratou de uma reacção de pânico em consequência dos acontecimentos de Pearl Harbour.
“O Secretário de Estado da Marinha, Frank Knox, anunciou que o incidente foi um falso alarme devido a estados de ansiedade e “nervosismo de guerra”. A imprensa refutou esta explicação, alguns suspeitaram que era um encobrimento. O Long Beach Independent escrevia, “Há algumas reticências misteriosas acerca do assunto e parece que alguma espécie de censura pretende por um ponto final no assunto”[1]
Billy Booth escreve:
Um acontecimento ufológico de grandes proporções: Uma nave espacial gigante alienígena pairou sobre uma das nossas grandes cidades (...) a 25 de Fevereiro de 1942 na área urbana de Los Angeles.
Pearl Harbor Scare: Este acontecimento marcante na ovnilogia envolve o avistamento em massa de um grande disco voador na área urbana de Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942. Se tivesse vindo uns meses antes e não numa altura de aumento na segurança interna e na ansiedade sentida logo a seguir à invasão japonesa de Pearl Harbour, esta invasão poderia ter sido um grande acontecimento ufológico, e possivelmente um sinal profético do que estaria para vir. Em ufologia é designado correntemente como a “Batalha de Los Angeles”.
Avistamento Surreal: As primeiras horas de 25 de Fevereiro de 1942 trariam o primeiro alerta de uma invasão. Naturalmente que o primeiro pensamento nas mentes de todos era o de uma nova vaga de aviões japoneses a atacar a América no seu próprio território. Os cidadãos de Culver City e de Santa Monica seriam os primeiros a testemunharem o avistamento surreal de um objecto voador não identificado gigantesco a pairar sobre os subúrbios de Los Angeles.
Um apagão total: Imediatamente, uma sirene anti-aérea cortou o sono tranquilo dos residentes, como voluntário o Comissário-do-Ar Wardens agarrou nos seus pertences e dirigiu-se para a rua, causando um apagão total. A 37ª Coast Artillery Brigade das forças armadas entrou em acção, iluminando o céu negro e límpido com os seus holofotes. O que viram era inacreditável. Com os aviões japoneses ainda na sua mente, uma ameaçante máquina voadora estava agora sobre eles.
OVNI é atingido directamente: Numa questão de poucos minutos, toda a região Sul da Califórnia olhava para o firmamento, vendo intensos focos de luz a convergirem no gigantesco OVNI invasor. As anti-aéreas do 37 Batalhão ajudaram a iluminar a noite, disparando projécteis atrás de projécteis no gigantesco aparelho. Muitas testemunhas declararam que o grande objecto recebeu directamente muitos impactos, mas não parecia danificado.
Lanterna Mágica pendurada: Os mais de trinta minutos de barragem de fogo projectariam fragmentos das bombas sobre casas, lojas e cidadãos. No rescaldo seis indivíduos foram encontrados mortos devido aos fragmentos de artilharia. Foi dito que centenas atrás de centenas de balas foram disparadas no OVNI gigante que contudo não parecia danificado. Testemunhas descreveram o objecto como uma “lanterna mágica surreal”.
Fotografia clássica: O objecto viu-se especialmente bem quando pairou sobre os estúdios da MGM em Culver City. Há inúmeros artigos deste acontecimento nos jornais da época, e uma espantosa fotografia do objecto quando estava a ser atacado. O objecto terá ido em direcção de Long Beach, antes de desaparecer de vista, em total silêncio. Os canhões então silenciaram.
A esposa do Comissário-do-Ar Warden presta o seu testemunho:
“Era tão grande! Era simplesmente enorme! E estava praticamente sobre a minha casa. Nunca vi nada assim na minha vida! Disse, “Estava ali a pairar no céu e praticamente não se movia”
“Era de um encantador laranja pálido e a coisa mais bonita que poderá ver. Pude ver perfeitamente porque estava mesmo muito perto. Era enorme!”
“Foi como o 4 de Julho mas muito mais ruidoso. Eles dispararam como loucos mas nem lhe tocaram”.
“Nunca esquecerei como foi uma magnífica visão. Simplesmente maravilhoso. E que cor linda!”
As armas ficaram em silêncio: Assim que o OVNI gigante se deslocou, tudo voltou ao normal, normal como seria possível, tendo em conta os tempos. O controle sobre cidadãos Japoneses e as restrições de segurança aos nativos fez disto um tempo invulgar.
Abaixo seguem variações da única foto existente e que foi publicada na primeira página do “Los Angeles Times” em 26 de Fevereiro de 1942:
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