Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

domingo, 9 de julho de 2017

O caso de Kostomuksha onde um trem foi puxado por um OVNI

FONTE: O Diário de Kostomuksha de fevereiro de 1985 Composição russa "movida a OVNIs" passou por duas estações antes de parar. Maquinistas a seguiram de táxi.

Imagem ilustrativa.
Uma composição ferroviária, formada por 70 carros e a locomotiva, teria se movido sozinha durante mais de uma hora, aparentemente devido à energia emanada por um disco voador, em Carélia, Rússia. O incidente ocorreu em fevereiro de 1985 e ainda hoje é lembrado.

Conforme testemunhas, ninguém ocupava o trem no período em que ele se deslocou de uma cidade à outra, mas o OVNI foi visto emitindo raios em direção à locomotiva. Os dois condutores do trem, maquinista Sergey Orlov e seu ajudante, Mironov, tinham parado na estação de Essoila, na cidade russa de Kostomuksha, às 2h35 da manhã. Como de costume, fizeram uma pausa para descanso e conversavam na estação quando, surpresos, viram um objeto voador desconhecido, redondo, sair de trás de umas árvores próximas à estação. O OVNI, que aparentava medir uns quatro metros de diâmetro - voou até junto da locomotiva, emitindo um raio luminoso na direção dela. Os dois condutores do trem assistiram a tudo sem nada fazer, aparentemente paralisados por uma força misteriosa.

"PUXADA"

Se o espanto dos dois funcionários já era grande, ficou maior ainda quando viram a grande composição ferroviária começar a andar sozinha, como se estivesse acompanhando o OVNI. Sergei Orlov correu rapidamente até a sala de rádio da estação, comunicando-se urgentemente com a estação seguinte, situada na cidade de Novye. Foi atendido por uma mulher que trabalhava naquela estação. A mulher pensou que se tratava de uma brincadeira quando, minutos depois, ela mesma viu a bola voadora se aproximando rapidamente da estação. Parecia que se chocaria contra o prédio a grande velocidade. O misterioso objeto voador manobrou bruscamente e seguiu seu caminho.

Enquanto isso, o trem vinha chegando, acompanhado de perto por um outro OVNI, em forma de bacia virada para baixo. Esse objeto voador não tinha sido visto pelos ferroviários da outra estação. Nessa altura, o trem já estava a uma velocidade de cerca de 60 Km/h. O Disco voador e trem passaram também pela estação de Novye, seguindo viagem rumo à estação seguinte, para desespero dos maquinistas Orlov e Mironov, que tentavam alcançar seu trem a partir de um táxi.

A composição ferroviária só foi parar próxima da estação de Zastava. A bola voadora e o disco voador aceleraram e sumiram por trás da estação, enquanto o trem, livre da influência dos OVNIs, foi reduzindo a velocidade até parar sozinho. Quando Sergei Orlov finalmente chegou junto dela, sentiu uma espécie de "energia desconhecida" que parecia emanar da locomotiva.

Foi constatado que a locomotiva (pesando toneladas) andou "sozinha" por 50 quilômetros, sem gastar os 300 litros de óleo diesel que normalmente consumiria num percurso desses.


A história de um piloto que foi punido por perseguir um OVNI

Por Edwards AFB

- Em 1955, meu pai já falecido, que era o Coronel Roy Jack Edwards USMC (da classe da USNA de 1947 - mesma do Presidente Jimmy Carter) revelou uma experiência que ele teve como um jovem piloto de teste para mim dois anos antes de ele morrer. Ele disse que a razão dele nunca ter contado o episódio de sua perseguição a um OVNI era o profundo medo que ele tinha do exército em ameaçá-lo, durante os interrogatórios quando ele retornasse para a base, por ter desobedecido ordens diretas fazendo-o perder todos seus benefícios militares.

Durante um vôo de teste da versão nova do Super Sabre em céu claro meu pai contatou a base de controle declarando: "Com certeza avistei um OVNI grande". Com firmeza lhe ordenaram para ele imediatamente retornar a base com seu avião caça de teste. Ele concordou a princípio, porém, meu pai era destemido e tinha sua mente treinada para não ter medo. Meu pai me falou que os instintos intrépidos primitivos dele falaram mais alto e ele acabou ignorando as ordens da base porque ele sabia que provavelmente não teria uma outra oportunidade para encontrar um OVNI e perseguí-lo.

Assim, ele fez um voo linear para se encontrar com este objeto em forma charuto estacionário de cor alaranjada e o descreveu sem qualquer área de superfície, sem indicativos de ter qualquer fonte de propulsão que ele calculou ter um comprimento estimado de dois campos de futebol americano (mais ou menos 600 pés de comprimento e 150 pés de circunferência). Como ele chegou a uma distância aproximada de 3 ou 4 milhas do OVNI, o objeto emitiu um feixe de luz azul que encobriu o meu pai e o inacapacitou de utilizar o equipamento de comunicações do seu avião. Limitado em seu senso de visão e comunicação para controlar seu avião ele estava em uma posição muito precária. Mas ele conseguiu estabilizar a sua aeronave fazendo uma manobra específica impedindo que sua altitude o derrubasse e o impedisse de ir adiante. Ele disse que considerou a possibilidade de continuar a perseguir o OVNI por mais algum tempo (sabendo ele tinha bastante combustível) na esperança de esclarecer tudo que aconteceu a ele e seu avião avião naquele momento.

Sua visão retornou lentamente até que ele recuperou sua acuidade de visão completa em aproximadamente 10 ou 15 minutos. Neste momento quando foi capaz de ver seus instrumentos, o horizonte, e o mais importante reconhecer o terreno que lhe era familiar ele ainda localizou sua rota de retorno para aeroporto de Edwards' ainda sem comunicações. Embora meu pai ficou aliviado por ter sobrevivido a esta experiência perigosa sem igual durante sua dura missão ele foi punido por desobedecer ordens diretas, e aprendeu duas coisas desagradáveis. A razão de seu CO tê-lo ordenado
para voltar o mais rápido possível era porque o mesmo OVNI tinha causado a morte de três outros pilotos de teste. Se meu pai soubesse desta informação crítica antes de ter encontrado o OVNI, ele não teria perseguido o OVNI e teria obedecido ordens do controle operacional da base.

Como uma reprimenda por desobedecer ordens diretas ele perdeu permanentemente seu status de piloto de teste e foi enviado para outra base numa posição pedagógica em Annapolis. Também o desautorizaram de voar. Eventualmente, depois de alguns anos ele solicitou permissão ao pentágono em Washington. D.C. e foi-lhe permitido voar em helicópteros (CH 46).

O filho de Roy Jack Edward lutou com unhas e dentes para que seu pai fosse enterrado com honras militares e ele realmente descansou com honras militares.


O Enorme OVNI que passou por dois continentes

Aparição aérea desencadeia pânico nas ruas, temores de ataques nucleares e relatos de pousos de extraterrestres.Uma das mais espetaculares e amplamente testemunhadas aparições de OVNI em tempos recentes ocorreu na tarde de sábado, 14 de junho de 1980. Em sua primeira fase foi largamente vista na Rússia central; o ufologista soviético Feliks Zigel foi subseqüentemente capaz de preparar um relatório baseado em entrevistas detalhadas com 40 testemunhas oculares. Em sua segunda fase o OVNI apareceu uma hora depois sobre a América do Sul (em torno de 7 horas da noite, horário da Argentina) onde ele foi visto em cinco países e fotografado no céu ocidental perto da Lua; este evento foi grandemente divulgado nos Estados Unidos e ocupou duas páginas de uma análise International UFO Reporter alguns meses depois. Uma terceira fase não-confirmada ocorreu perto de Morocco.

Existem várias testemunhas oculares altamente qualificadas para este evento. Elas incluem pilotos de aviões, fotógrafos de jornais, oficiais militares reformados e investigadores UFO experientes. Fotografias mostram o OVNI junto com objetos mensuráveis de calibração como a Lua ou características identificáveis no horizonte. Efeitos fisiológicos e avistamentos de ocupantes de pequenas "naves de escolta" estão registrados em Moscou. Gordon Creighton, um consultor sênior do respeitado Flying Saucer Review, chamou o caso de "certamente um dos mais fascinantes já produzidos em qualquer lugar no mundo". J. Allen Hynek do Center for UFO Studies (CUFOS) definiu a fase argentina "uma das mais fantásticas em anos". E o investigador-chefe CUFOS Allan Hendry escreveu que "a natureza exata deste caso permanece um mistério".

Os relatos soviéticos, que apareceram em várias publicações ocidentais graças aos esforços do free-lance de Los Angeles Henry Gris, falam de um objeto "enorme" (com mais de 120 metros de largura), laranja avermelhado "em forma de ferradura ou meia-lua" visto seqüencialmente em Kalinin, Moscou, Ryazan, Gorkiy e Kazan. De acordo com o ufólogo Aleksey Zolotov, ele mesmo uma testemunha, muitos aviões da força aérea soviética foram mandados para interceptar o OVNI. Em Moscou Feliks Zigel observou pânico nas ruas enquanto mulheres idosas pranteavam sobre o Dia do
Julgamento e homens direcionavam as pessoas para abrigos antiaéreos em face de um aparente ataque nuclear americano. Em Gorkiy, vacas mugiam e patos se agitavam freneticamente nas margens do Volga.

Outro perito UFO soviético destacado, Sergey Bozhich, que viu o OVNI de seu apartamento no subúrbio moscovita de Toshino, lembrou-se de que "foi um avistamento verdadeiramente aterrorizante, eu imediatamente percebi que o crescente avermelhado tinha que ser uma espaçonave extraterrestre, porque eu já tenho estudado OVNIs por muitos anos e já vi OVNIs similares a este".
A pesquisa de Zigel revelou dois encontros imediatos do terceiro grau. Um veio do tenente-coronel Oleg Karyakin que viu o disco voador sobrevoar a rua na frente de sua casa naquela noite; um vizinho posteriormente descreveu "uma figura humana, bem pequena e vestida em um traje espacial, dentro da cúpula transparente do disco". No segundo, o diretor de televisão Aleksandr Koreshkov foi acordado do sono por um "objeto" barulhento na rua. Perto dele ele viu "um homem muito pequeno". Sua esposa posteriormente também acordou para encontrar grandes marcas de queimadura] vermelhas em seus braços; elas desapareceram pela manhã. Gordon Creighton escreveria que esses relatos indicavam "de forma convincente que algumas naves pequenas do OVNI gigante realmente pousaram nas ruas da capital russa".

Os relatos sul-americanos, embora menos sensacionais, foram ainda mais amplos. "Tantas cidades em uma área englobando cinco países - incluindo a Argentina, Uruguai, Brasil, Chile e Paraguai - reportaram ter visto o mesmo tipo de 'OVNI' que o tratamento inicial da imprensa falava de uma 'frota de OVNIs", notou o relatório de Hendry para o CUFOS.

"Em retrospecto um único fenômeno em grande altitude parece estar por trás de tudo".

Os pilotos e o pessoal da torre de controle no aeroporto Newbery em Buenos Aires relataram o objeto flutuando a um quilômetro do aeroporto. No aeroporto de Ezezia os controladores disseram que eles podiam ver o OVNI como um ponto na tela do radar. Em Cordoba o objeto pareceu decolar da pista do aeroporto e disparar a 25.000 pés. Uma "massa voadora circular" perseguiu uma família dirigindo para casa de uma visita a Córdoba. Eles levaram o carro para o acostamento e pararam. O OVNI desceu em direção deles "com movimentos verticais e circulares deixando uma trilha brilhante de fumaça esbranquiçada" - e então desapareceu na frente de seus olhos.

Em Corrientes o repórter Omar Vallejos viu o OVNI "flutuando sobre o rio Prana - e então, como se tivesse nos visto, ele começou a se mover para norte e desapareceu".

Descrições visuais foram geralmente consistentes. "Parecia como a lua cheia mas mais fraco", um piloto disse, "e era rodeado por uma espécie de auréola". No campo Newbery um controlador chamou o OVNI de "um tipo de esfera que era tênue no meio e mais brilhante nas extremidades". Duas fotografias, publicadas no tablóide "Star" em 19 de agosto de 1980 mostram uma tênue nuvem em forma de "rosquinha".

O dr. Willy Smith, um pesquisador CUFOS especializado em relatos sul-americanos, concluiu que a nuvem-OVNI estava a uma altitude de "200 a 300 quilômetros" com uma velocidade de "um a dois quilômetros por segundo, e isso é muito confiável".

Essas descrições de "auréola-esfumaçada" levaram Hendry a suspeitar de um experimento de liberação de nuvem de bário a grandes altitudes, como os freqüentemente conduzidos pela NASA para investigar condições ionosféricas e regularmente relatados como OVNIs. (Felizmente, eles estão entre os mais fáceis para os investigadores de identificar). Mas não havia tais sondas ionosféricas registradas para este caso. Além disso, Hendry escreveu, "O que torna isto incomum são as alegações de movimento rápido pelo céu - especialmente rápido dada a grande altitude".

Embora os relatos sul-americano tenham sido publicados na época em que ocorreram, não foi antes de maio de 1981 que Henry Gris obteve informação da fase russa do caso. Sua história, baseada em uma viagem pessoal à USSR e encontros com ufologistas lá, apareceram no National Enquirer em 7 de julho de 1981, e de forma expandida na revista italiana Gente algumas semanas depois; a última foi a fonte de um destaque em janeiro de 1982 da Flying Saucer Review. Embora Gris soubesse da fase sul-americana - de fato ele foi o primeiro pesquisador UFO conhecido a conectar as duas fases - ele não mencionou isto em seus artigos na época ou depois. Intrigado pela natureza global do caso, eu enviei uma carta a duas dezenas de especialistas em 30 de setembro de
1981.

"Notem que as duas regiões estão conectadas por um grande círculo que está inclinado ao equador a aproximadamente 65 graus", eu escrevi, "Se a nuvem estava associada a um objeto em órbita terrestre, ela deveria ter levado em torno de uma hora para atravessar a distância da Rússia à Argentina - e estranhamente este é aproximadamente o diferencial de tempo ... Eu ressalto que 63 graus (adicione ou subtraia alguns graus) é a inclinação orbital associada quase exclusivamente com espaçonaves militares soviéticas". As aparições em ambos países podem ter sido iluminadas pelo Sol,
não necessariamente com luz própria, porque a grandes altitudes as nuvens ainda estavam iluminadas pelo Sol. Foi pouco tempo depois do pôr-do-sol na Argentina (por uma hora e 20 minutos) e foi durante a época do "sol da meia-noite" no norte da Rússia, quando o Sol está um pouco abaixo o horizonte norte através da noite.

Uma interessante resposta veio do dr. David R. Squires da Smithsonian Institution's Scientific Event Alert Network (o successor do Center for Short-Lived Phenomena). Ele escreveu "Eu observei um fenômeno similar anos atrás quando eu estava trabalhando na estação Smithsoniana de rastreamento de satélite em Woomera, Austrália [em 1967-69]. Esta nuvem particular estava associada a um satélite americano que havia acabado de ser lançado em órbita terrestre do Cabo Kennedy. Nós havíamos preparado uma câmera Baker-Nunn para fotografar o satélite quando ele não apenas apareceu como esta impressionante nuvem acompanhou a carga como se ela estivesse acoplada bem atrás dela. Outros na estação lembram ter visto uma relação similar satélite-nuvem dois anos antes dessa, e foi ainda mais impressionante porque o próprio satélite era visível a olho nu. De seu ponto de observação a nuvem parecia envolver o satélite enquanto ele viajava pelo céu".
Outra contribuição veio de James Cornell, relações públicas do Centro para Astrofísica (anteriormente o Smithsonian Astrophysics Laboratory) em Cambridge, Mass. Seu circular Centerline tinha publicado uma série memorável de fotografias da queima de "injeção translunar" da Apollo-8 quando ele deixou sua órbita estacionária e dirigiu-se para a primeira viagem da humanidade à lua em dezembro de 1968. As fotos, tiradas por uma estação de observação
Smithsoniana no Havaí pouco antes do amanhecer no horário local, mostrou uma memorável seqüência de formas e nuvens à medida que o foguete foi ativado e então desativado. outra série de fotografias mostrou os terceiros estágios Saturno bem longe no espaço, expelindo grandes nuvens de propelente excedente em 1969.

O dr. Patrick S. Osmer, diretor do Observatório Inter-Americano em Cerro Tololo, Chile, forneceu um caminho ainda mais valioso. Ele não tinha dados sobre o evento de 14 de junho mas escreveu "Nós tivemos um evento proeminente visto de Tololo em 12 de fevereiro aproximadamente às 2:00 horas UT [Universal Time]. Foi uma nuvem verde luminosa de apreciável extensão angular que flutuou pelo céu -. Tais nuvens são vistas aqui de tempos em tempos.
Assim com a hipótese de satélite aparentemente sendo um caminho promissor, eu fiz uma lista de lançamentos espaciais que ocorreram em torno de 14 de junho (a nuvem sinalizava um evento relativamente novo, recente) e escrevi para o NASA Goddard Space Flight Center em Greenbelt, Md,, por dados de rastreamento dos quais eu pudesse extrair a hora de lançamento e a trajetória real através da face da Terra buscando vários objetos candidatos e seus boosters. Eu esperava que um deles iria corresponder ao tempo e direção do hipotético "satélite-nuvem" russo-argentino.

Um correspondeu: o soviético "Kosmos-1188", lançado de Plesetsk em torno de 11:55 da noite em 14 de junho (a testemunhas ocular Bozhich notou a hora exata de desaparecimento de seu OVNI vermelho crescente como "11:58 da noite", depois de alguns minutos de observação), tinha voado através da América do Sul uma hora depois. Foi um momento de regozijo quando meu plotter dirigido por computador desenhou sua linha de rastro bem sobre os locais de avistamento de OVNI. E a inclinação orbital era exatamente 62.8 graus, muito próximo da minha estimativa original de 65
graus.

A estimativa de Willy Smith, baseada apenas na análise detalhada de relatos de testemunhas oculares, errou por um fator de quatro vezes menos - mas isto não é ruim e foi o trabalho mais acurado feito até aquele ponto. Já que há uma relação linear entre alcance e velocidade absoluta, multiplicando a velocidade estimada de Smith por um fator de quatro nós dá uma escala de quatro a oito quilômetros por segundo. A velocidade real do satélite era um pouco mais de sete quilômetros por segundo - exatamente dentro da escala ajustada que Smith havia calculado.

Enquanto isso um fio de mistério aparentemente independente estava prestes a ser trançado na grande tapeçaria da solução. Smith havia informado para mim que ainda outro OVNI de "auréola esfumaçada" havia sido visto e fotografado na tarde de sábado, 31 de outubro de 1981. De acordo com a história (que foi destaque em duas edições do boletim APRO),
o OVNI foi visto em três províncias argentinas e em Arica, Chile, às 9 horas da noite. No Observatório Felix Aguilar um oficial disse que o OVNI (com a "clássica" forma de um "disco voador") cruzou o céu a uma grande taxa de velocidade, deixou uma trilha luminosa e cintilante e desapareceu no noroeste. Os operadores da torre de controle e pilotos de aviões o observaram apavorados; em Córdoba observadores estimaram que estaria em torno de 600 pés do chão [quase
200 metros]. Sete escaladores de montanha observaram o OVNI a duas ou três milhas de distância [em torno de 3 a 5 quilômetros] que "iluminou toda a área" e enervou as testemunhas enquanto elas foram pegas por seu brilho.

O astrônomo dr. Terry Oswalt (que fotografou o OVNI "nuvem verde" de Cerro Tololo e está agora na equipe da Universidade Estadual de Ohio) mandou-me recortes de jornais locais reportando o avistamento de 11 de fevereiro de 1980. Havia os usuais relatos de luzes brilhantes, com a forma aproximada de letra "A" ou uma estrela com raios irradiando para fora; também notável foi um relato de uma aterrorizante volta montanha abaixo ocasionada pelo medo de um motorista de ônibus de que o disco voador estivesse perseguindo-o. Uma jovem chamada Ximena Sabay relatou que múltiplas pessoas testemunharam interferência em suas televisões causadas pela presença do OVNI.

O próprio Oswalt descreveu o OVNI de detalhadas entradas em seu diário. Embora houvesse a grande e turva nuvem associada com a aparição, a mais brilhantes característica não era a nuvem mas um conjunto de estruturas alojadas em forma de V que se moviam para o norte da direção da ponta do "V". Na ponta do "V" mais externo estava um objeto amarelo brilhante.

Surpreso pelas similaridades dessas aparições à descrita no caso de 14 de junho, eu novamente chequei os registros de lançamentos de veículos espaciais. Eu fiquei maravilhado ao descobrir que todos os três casos se correlacionavam com lançamentos de satélites do programa Kosmos - particularmente com a subclasse relativamente infreqüente consistindo de veículos de "Early Warning" (EW) [Aviso Prévio]. Cada avistamento sul-americano ocorreu a um pouco mais de uma
hora o lançamento de um satélite EW de Plesetsk. Não poderia ser uma coincidência. Kosmos-1164 foi lançado às 00:56 UT em 12 de fevereiro de 1980, e a nuvem verde e estrela amarela de Cerro Tololo apareceu às 2:00 UT (10:00 PM horário do Chile); Kosmos-1188 foi lançado às 20:55 UT em 14 de junho de 1980, e foi visto sobre a América do Sul pouco depois das 3:00 PM horário da Argentina (22:00 UT); e Kosmos-1317 foi lançado às 22:48 UT em 31 de outubro de 1981, e foi visto sobre a Argentina pouco depois das 9:00 PM (meia-noite UT).

A seqüência deste tipo de lançamento espacial funciona assim: O booster de quatro estágios "Molnya" decola do oficialmente não reconhecido "Cosmódromo Norte" perto de Plesetsk, com mais de um milhão de libras de empuxo de seus 20 motores (os motores estão agrupados em quartetos no núcleo central e em quatro boosters paralelos acoplados). Depois de vários minutos os quatro boosters caem enquanto o núcleo central continua em vôo (isto é chamado "segundo estágio"). Alguns minutos depois o núcleo exaure seu combustível e se afasta enquanto um terceiro estágio menor carrega a seção superior de oito tonelada e três partes em uma órbita estacionária baixa, e então cai. Voando ao lado, o veículo orbital é pilotado por uma unidade chamada a "plataforma de lançamento" que aponta a montagem na direção certa. O satélite cruza a Mongólia, China, as Filipinas e a Austrália central, então corta o extremo sul do Pacífico antes de se desviar ao norte longe da costa do Chile.

Uma hora depois do lançamento, a uma altitude de 400 milhas [650 quilômetros] sobre o hemisfério sul, um quarto estágio entra em ignição, deixando a "plataforma" para trás e empurrando a si mesmo e à carga de fato em uma órbita ainda mais alta que é lançada a mais de 20.000 milhas sobre o hemisfério norte. Lá o satélite torna-se parte de uma rede que vigia os lançamentos de mísseis americanos e transmite dados de rastreamento em tempo-real aos quartéis generais militares soviéticos.

Os múltiplos rastros de fumaça de lançamento, iluminados por trás por raios de sol avermelhados do sol da meia-noite facilmente explicam o que foi visto sobre a Rússia. De fato, o próprio Bozhich descreveu como o OVNI de 14 de junho era "extraordinariamente similar ao que voou sobre Petrozavodsk na noite de 20 de setembro de 1977" - o infame "OVNI gelatinoso" que foi conclusivamente provado como sendo causado pelo lançamento antes do amanhecer de um Kosmos-
955 de Plesetsk do mesmo tipo de booster usado em satélites EW.

O próximo problema era identificar qual peça do veículo de lançamento EW é responsável pela nuvem sul-americana: o terceiro estágio exaurido, a plataforma de lançamento, o quarto estágio ou a própria carga. Significativamente, as três nuvens observadas estavam dentro de lançamentos EW, mesmo que haja muito mais lançamentos do tipo de satélites de comunicação Molniya - e eles seguem uma seqüência de lançamento quase idêntica a dos veículos EW. A única diferença
é que nos satélites Molniya a queima do quarto estágio é realizada mais cedo (i.e., 2.000 milhas mais a oeste) na órbita estacionária. A diferença não afeta o comportamento do terceiro estágio já descartado, assim esse candidato pode ser eliminado porque sua trajetória não pode explicar as diferenças observadas entre missões Molniya e EW.

Enquanto isso, a plataforma de lançamento e carga provavelmente não carrega propelente em excesso em quantidade suficiente para formar tal tipo de nuvem visível. Assim por eliminação o único suspeito restante é o quarto estágio. Isso faz sentido já que um lançamento EW estará exatamente completando a queima de seu quarto estágio quando ele passa sobre a costa sul-americana. A nuvem pode se formar imediatamente depois da queima se completar e posteriormente se dissiparia.

O avistamento brasileiro do evento de 14 de junho corrobora esta interpretação. Quatro professores de matemática estavam acampando perto de Aruana, nas margens do rio Arquaia, quando eles viram a nuvem. Em contraste com os avistamentos argentinos, nos quais o objeto transitou pelo céu em minutos (o veículo ainda estava em uma órbita baixa e rápida), os brasileiros viram a nuvem desvanecer no nordeste depois de quase meia hora de observação. Cálculos mostram que o estágio superior em sua órbita ascendente e desacelerada ficaria de fato sobre o horizonte por essa duração quando visto desse local, o mais ao norte das testemunhas relatadas. Mesmo assim a natureza exata da nuvem não foi estabelecida de forma conclusiva. A teoria de "descarga" permanece apenas uma teoria. As fotografias "Moonwatch" (o programa de observação do espaço levado a cabo pelo Smithsonian em 1957-1975) de boosters S4B Apollo presos à órbita lunar e continuamente em descarga mostram seja nuvens marcadamente assimétricas ou esferas uniformes que parecem mais brilhantes no centro; a nuvem Kosmos-1188 era bem simétrica e era mais brilhante perto da ponta exterior. Além disso, o tamanho da nuvem Kosmos-1188 (conhecido das fotografias a 1 1/2 graus, a uma distância computada de 1600-2000 quilômetros) era de aproximadamente 30 milhas [50 Km] menos de 10 minutos depois que o estágio parou de queimar. Isto implica uma taxa de expansão de pelo menos 200 mph [90 m/s] e possivelmente muitas vezes maior, um tanto maior que as taxas de expansão das nuvens S-4B vistas pelo "Moonwatch". Isto, ao lado da natureza evidentemente fina da ponta da nuvem, sugere um breve tipo de evento explosivo cuja natureza exata permanece
indeterminada. A conexão entre as nuvens aos lançamentos EW entretanto é esmagadoramente persuasiva.

Depois da queima do quarto estágio a carga do Kosmos-EW e o quarto estágio exaurido (e em descarga) dirigiram-se para cima e para o nordeste pela Amazônia e sobre o Atlântico norte. Fotos hemisféricas de satélite mostram que a costa norte da América do Sul estava na penumbra (assim como áreas povoadas do Peru e Equador), eliminando a possibilidade de relatos de OVNI desses locais.

Mas relatos não confirmados alegam que um OVNI foi visto naquela noite em Morocco onde o tempo estava limpo. Cálculos mostram que o Kosmos-EW e material associado estaria iluminado por todo o intervalo de tempo em questão; ele teria ascendido no oeste às 22:16 UT (Morocco está exatamente no Universal Time, assim seria 10:16 PM), derivado para noroeste e alcançado meio-caminho ao zênite às 22:30, então se movido geralmente horizontalmente até que chegasse ao norte às 22:50. Então o alcance seria maior que 8.000 milhas [13.000 Km] e a nuvem teria se dispersado
completamente.

Por que o repentino assalto deste tipo essencialmente novo de estímulo OVNI sobre a América do Sul? Escrevendo no início de 1982, o perito em operações espaciais soviéticas Nicholas L. Johnson notou: "Durante os últimos dois anos, a rede de satélites de aviso prévio [EW] passou por uma transformação dinâmica de um programa experimental, inicial para uma constelação operacional quase completa (rede orbital). Embora o programa tivesse começado em 1972, não foi antes
de 1980 que haveriam mais de três satélites operacionais ao mesmo tempo." Os números de lançamentos contam a mesma história: houveram seis lançamentos EW em 1981 e seis outros em 1980; antes disso houveram apenas dois por ano em 1979, 1978 e 1977.

A uma altitude de 400 milhas [650 Km], onde a queima do último estágio ocorre, os veículos teriam sido iluminados pelo sol por pouco mais de duas horas depois do pôr-do-sol local ou antes do nascer do sol local para observadores diretamente abaixo deles. Tomando um gráfico do nascer e pôr-do-sol através do ano em Buenos Aires, adicionando uma margem de duas horas de aurora (um pouco mais no verão) e traçando os vôos reais Kosmos-EW de 1972 ao presente, nós descobrimos que apenas dois recaem nessa faixa de visibilidade: Kosmos-1188 em 14 de junho de 1980 e
Kosmos-1317 em 31 de outubro de 1981. Ambos causaram relatos de OVNI. O Kosmos-1164 (12 de fevereiro de 1980 UT; 11 de fevereiro no Chile) estava perto do limite - e talvez devesse recair
nele por causa dos efeitos do "sol da meia-noite"; mas sua presença parece conectada primariamente com o fato de que foi um fracasso (ele aparentemente não alcançou a órbita alta pretendida), provavelmente devido a uma queima de foguete atrasada e mal dirigida. As chamas de foguete causaram relatos de OVNI nesse caso, embora queimas Kosmos-EW normais ocorram baixo no céu ocidental como visto do Chile. Significativamente, a chama foi relatada como amarela, a cor que os propelentes dos boosters assumem quando queimados.

O gráfico de sobrevôos versus aurora mostra que apenas 10 por cento dos lançamentos Kosmos-EW recaem dentro da faixa de visibilidade. A uma taxa de lançamento de seis ao ano isso resulta em aproximadamente uma nuvem visível a cada ano e seis meses em média - e de fato as duas nuvens OVNI maiores foram vistas com 16 meses de diferença.

Isto também significa que novos avistamentos estão destinados a ocorrer nos próximos anos. Mas talvez dessa vez eles não ocasionem medo e confusão mas sejam apreciados como um efeito colateral maravilhoso das atividades espaciais da humanidade.

Este tipo de OVI (Objeto Voador Identificado) Kosmos-EW é relevante aos estudos OVNI em geral?
Eu penso que sim. Em primeiro lugar, obviamente, é óbvio que casos de OVNI estrangeiros freqüentemente sejam publicados sem pesquisa adequada e as testemunhas freqüentemente se enganam ao relatar movimento, tempo e aparência.

Outro grande fator é que há excessivos relatos de OVNI para ser levados em conta por uma pequena quantidade de investigadores em tempo parcial qualificados. Como uma conseqüência muitos OVNIs devem continuar não-identificados simplesmente pela falta de uma investigação imediata, comprometida e bem-versada. A existência de uma grande variedade de fenômenos prosaicos que podem ser confundidos com OVNIs requer estudo por um número correspondentemente grande de especialistas. (Minha especialização, por exemplo, são operações orbitais e o programa
espacial soviético, assim eu comecei minha pesquisa com uma distinta vantagem). Estes especialistas geralmente não estão nem disponíveis nem dispostos a aplicar seu conhecimento (ou sequer sabem que seu conhecimento é necessário) em relatos de OVNI apropriados. Que os casos que eu descrevi tenham sido de fato solucionados é algo raro, quase um acidente - não é nenhuma surpresa, o cético pode justificadamente argumentar, que tantos outros permaneçam não resolvidos.

Todos os relatos estranhos (e obviamente espúrios) de OVNIs Kosmos-EW causando perseguições de aviões e ônibus,  encontros com ufonautas, interferência em televisões, avistamentos por radar, tentativas de interceptação por aviões a jato, mensagens telepáticas (Bozhich relatou isso), mudanças de curso em zigue-zague e afins, reforçam os argumentos de céticos que descartam detalhes similares conectados com outros relatos de OVNI menos bem documentados.

Quando um ufologista pergunta "Como esses aspectos do caso podem ser explicados?" os céticos podem responder "Eles não precisam ser explicados. Eles são apenas ruído aleatório, coincidências e enfeitamentos que não têm nada a ver com o estímulo original".

Mas eu não pretendo terminar este artigo em uma nota negativa. Afinal, a maioria dos relatos de testemunhas oculares mostraram ser substancialmente corretos e consistentes com o fenômeno real. Felizmente nestes casos houve relatos suficientes para que eles pudessem ser "normalizados" e aqueles desviantes puderam ser identificados e ignorados. Já que um estímulo amplamente documentado pôde ser conectado aos relatos, foi possível calibrá-los em uma situação peculiar no mundo das investigações e análises OVNI.

Portanto o grande OVNI russo-argentino de 14 de junho de 1980 certamente merece ser reconhecido como um "OVNI clássico" e como um estudo de caso instrutivo em técnicas de pesquisa e análise de testemunhos.

Por James Oberg
Fonte: FATE Magazine de janeiro de 1983

A PRESENÇA EXTRATERRENA NA LUA.



A primeira dessas descobertas aconteceu no ano de 1953, quando a recém criada USAF, a Força Aérea Norte-Americana, começou a utilizar uma novo modelo de radar, que possibilitava detecções de alvos a distâncias bem superiores às conseguidas até então. Faziam ainda os primeiros testes quando os técnicos captaram um objeto de grandes dimensões evoluindo sobre a região equatorial do planeta a uma altura de 600 milhas. Sua velocidade foi estimada em torno de 18 mil milhas por hora. Pouco depois um outro entrava na órbita do planeta a uma altitude inferior, estimada em 400 milhas. A partir dessas ocorrências, foi criada em White Sands, no Novo México, em caráter de emergência, um projeto supostamente para a detecção de satélites. O descobridor do planeta Plutão, o astrônomo Clyde Toumbaught, um dos poucos de sua área a declarar publicamente ter visto UFOs, foi curiosamente convidado para dirigir os estudos, que teriam a supervisão da Ordinance Research do Exército.Mesmo antes do dia 4 de outubro de 1957, quando os soviéticos lançaram da base de Baikonur e colocaram em órbita nosso primeiro satélite artificial, o Sputnik, aparelhos não identificados já haviam sido detectados e descobertos evoluindo além da nossa atmosfera, quilômetros acima da superfície de nosso mundo.
A explicação oficial aprovada pelo Pentágono para divulgação pública dizia que as Forças Armadas estavam pesquisando pequenas luas, objetos naturais que tinham chegado através do espaço e entrado em órbita de nosso planeta. Em 1955, entretanto, a Casa Branca recebia a informação, que um desses objetos havia passado a evoluir em uma órbita mais baixa. Estava orbitando o planeta 50 quilômetros mais próximo, enquanto o outro simplesmente havia desaparecido, deixando as vizinhanças de nosso mundo. Não havia a menor dúvida já nessa época, que estávamos diante de artefatos controlados por alguma forma de inteligência. É evidente que a idéia de objetos naturais entrando em órbita da Terra foi algo apenas para consumo do público.
O Comitê de Segurança Nacional, intimado pelo então presidente Eisenhower aventava a alternativa de se tratarem de artefatos lançados pelos soviéticos, o que em nada servia para acalmar as coisas. Afinal, se eles já detinham tecnologia para colocar em órbita artefatos daquele tamanho, os EUA estavam realmente em grande perigo, pois a tensões entre os dois blocos já era preocupante naqueles tempos. Mas a verdade é que aqueles objetos detinham uma tecnologia muito além das capacidades soviéticas, como dois anos depois pode ser confirmado, quando finalmente tivemos o lançamento do primeiro satélite por parte dos comunistas: um pequeno objeto metálico.
Desde 1953, outros objetos de origem interplanetária passaram a ser detectados orbitando nosso planeta, ou simplesmente se aproximando dele, para depois desaparecem, e nunca mais serem vistos. Nosso programa espacial passou a ser desenvolvido e planejado já com a certeza de que iríamos encontrar “alguém”, e que a órbita de nosso planeta, e mesmo a Lua, como veremos, já estava, vamos dizer, ocupada.
A partir de nossos primeiros satélites serem colocados em órbita, mas do que continuarmos a detectar a presença dos UFOs na órbita terrestre, teve início um outro processo. Nossos veículos espaciais passaram a sofrer um acompanhamento, e a chegada do homem ao espaço diretamente com Iurí Alekseyvitch Gagárin, por parte dos soviéticos, em 1960, e do norte-americano John Glenn Jr., em 1962, nossos astronautas passaram a ser testemunhas dessa realidade. Cada nova espaçonave, cada novo desenvolvimento de nossas possibilidades era detidamente acompanhados por esses “olhos misteriosos”, e progressivamente era estabelecida uma censura cada vez mais objetiva, para manter o que acontecia no espaço longe da população.
Antes mesmo de chegarmos ao espaço, na verdade, a simples possibilidade de contato, ou do encontro com artefatos alienígenas já era seriamente considerada, e havia servido para o nascimento de diretrizes e documentos versando sobre o sigilo, que deveria ser mantido a qualquer custo. Na época, a divulgação desses “encontros”, já era considerada um fator de desestabilização da sociedade, e estados de perplexidade da população tinham que ser evitados. Análises dos vários cenários possíveis, a partir de um estabelecimento total da verdade, já haviam sido considerados, e chegavam potencialmente à subversão total da ordem e das instituições.
Se os encontros com os UFOs no espaço já estavam gerando perplexidade dentro dos setores espaciais das duas super-potências, o passo seguinte dessa nossa história foi ainda mais perturbador. Com a sucessão de lançamentos por parte dos EUA e da URSS vários de nossos artefatos, satélites, começaram a apresentar problemas técnicos, o que evidentemente era algo totalmente previsível. O surpreendente é que vários desses depois de lançados, pareciam ser objeto de algum tipo de manutenção ou concerto.
Em agosto de 1963 é realizado em Blacksburg, na Virgínia (EUA), um congresso com os maiores especialistas das ciências espaciais. Um dos objetivos do encontro foi justamente debater os estranhos acontecimentos que estavam acontecendo com os satélites Firely, Telstar I, e Teltar II, que haviam deixado de transmitir em várias ocasiões, para depois voltarem a funcionar normalmente, da mesma forma que outros aparelhos soviéticos. O cientista Richard Kershner, da Universidade John Hopkins (EUA), declarava na oportunidade, que podíamos pensar que “fantasmas espaciais” estavam dando “uma mão”, reparando os problemas dos mesmos. Como sabemos, coisas desse tipo continuam acontecendo até os dias de hoje, inclusive com nossas sondas enviadas aos planetas de nosso sistema solar.
Mesmo antes de Gagarin chegar ao espaço, os soviéticos, que estavam realmente mais adiantados, que os norte-americanos, começaram a lançar seus primeiros artefatos em direção ao nosso satélite natural. Só da série Luna, iniciada em janeiro de 1959, foram 24 missões, que compreenderam tanto passagens nas proximidades de nosso satélite, impactos diretos contra o solo, entrada em órbita, e pousos controlados na superfície. Outra série de naves não tripuladas, a Zond, permitiu aos soviéticos desenvolverem a capacidades de depois de chegarem ao seu destino, a órbita lunar, retornarem com suas espaçonaves a Terra.
Apesar de atrasados em relação aos seus inimigos ideológicos na corrida espacial, os norte-americanos progressivamente foram conseguindo seus sucessos na exploração de nosso satélite. Mediante os projetos Ranger (três missões lunares), Lunar Orbiter, que compreendeu cinco missões, e Surveyor, com sete lançamentos, e vários pousos controlados, obtiveram uma farta documentação fotográfica, e lançaram as bases para a chegada do homem ao nosso satélite.
Nessa altura dos acontecimentos, já havia por parte de uma pequena elite espacial, tanto pelo lado dos norte-americanos, como dos soviéticos, uma certeza: fossem americanos ou russos a chegarem primeiro a Lua, encontrariam já “alguém” muito bem estabelecido.

Complexo de estruturas artificiais fotografadas pela espaçonave Lunar Orbiter 5.
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Algumas das fotografias obtidas tanto pelos soviéticos, como pelas missões norte-americanas, evidenciavam já uma presença marcante de representantes de uma, ou mais culturas extraterrestres, que estavam usando nosso satélite como base. Algumas imagens eram realmente impressionantes. Estruturas na forma de torres, construções apresentando padrões geométricos, crateras cujas formas aparentemente haviam sido modificadas, etc. Algumas fotos mostravam inclusive, que objetos de grandes dimensões, cuja natureza não podia ser ainda estabelecida, haviam sido transportados pelo solo lunar e haviam deixado na superfície de nosso satélite o registro de suas passagens. Isto tudo faziam parte de um contexto conhecido na época apenas por uma minoria privilegiada de nossa humanidade, que planejava o passo seguinte: a chegada do homem a Lua.
Na verdade muito tempo antes do início da Era Espacial havia já uma forte suspeita que realmente algo muito especial se passava na Lua. Desde séculos atrás os próprios astrônomos vinham observando fenômenos inusitados em nosso satélite. A observação telescópica, principalmente a partir do século 18, não deixava dúvidas.
Variação nas dimensões de determinadas crateras, aparecimento de pontos luminosos e escuros, que não raras vezes foram observados se movimentando pela superfície, ou acima dessa; aparecimento de cúpulas, ou domos, que da mesma maneira que surgiam, desapareciam, e reapareciam em outros sítios, para depois nunca mais serem observados, fagulhas; sinais de emanação de gases, e até formas luminosas de grandes dimensões, que pareciam ocupar vários quilômetros, etc.. Com o tempo esses fenômenos passaram a ser rotulados e conhecidos dentro da área da astronomia, e posteriormente dentro da pesquisa espacial, como Fenômenos Transitórios Lunares (LTP). Algo pouco objetivo, mas na medida certa para aqueles que não queriam enfrentar de frente a idéia de estarem estudando abertamente sinais de algum tipo de atividade extraterrestre na Lua.
Apesar da possibilidade de uma parte minoritária dos fenômenos, que estão enquadrados nesse estudo, poderem estar realmente relacionados a algo natural, como algum tipo de atividade sísmica, emanação de gases, etc., expressiva parcela das observações, seriam muito difíceis de serem explicadas dentro desse contexto. Na verdade, algumas dessas manifestações, foram tão violentas e evidentes, que chegaram a serem observadas mesmo antes de passarmos a utilizar nossos primeiros telescópios. A própria NASA, curiosamente, um ano antes da primeira missão tripulada à Lua (pouso), liberou um documento detalhado que reportava centenas dessas ocorrências, que haviam sido notificadas, e estudadas. A mais antiga remontava ao ano de 1500, cento e dez anos antes de Galileu ter a primeira visão ampliada de nosso satélite natural.
Esses fenômenos normalmente parecem se concentrar em torno de certos sítios ou regiões lunares, como nas áreas das crateras Aristarchus, Copernicus, Kepler, Eratosthenes, Alphonsus, Linné, Tycho, Gassandi, Picard, Grimaldi, Censorinus, Archimedes, Platô, Theophilus, no chamado Mar das Crises, nos Montes Atlas e Píton, etc. Como veremos mais a frente, existe uma clara ligação entre essas áreas especificas e os sinais da presença e atividade extraterrestre posteriormente detectada na Era Espacial.
Meu interesse pelos Fenômenos Transitórios Lunares não é algo recente. Recordo perfeitamente quando ainda era um pouco mais que um simples adolescente, na época que já me dedicava às observações do céu mediante meus telescópios, tive contato pela primeira vez com o assunto. Nesse tempo, já profundamente interessado na ufologia, percebi logo o potencial em termos de ligação entre essas duas áreas. Tinha já consciência nessa época, que por trás daquela paisagem nem um pouco hospitaleira, poderia haver muito mais que crateras e montanhas para serem observadas. Durante muitas noites realmente me dediquei à observação telescópica de nosso satélite na esperança de ser testemunha direta de alguma manifestação daqueles misteriosos fenômenos, mas não tive tal privilégio.
Um dos aspectos que mais me havia impressionado nessa área dos LTPs era a suposta variação de diâmetro da cratera Linné, no chamado Mar da Serenidade, supostamente verificado ao longo das primeiras décadas do século 19. Ainda hoje quando observo a Lua mediante meu atual instrumento, um telescópio Celestron, que permite ampliações de até 500 vezes, é rara a vez que não lanço o olhar em sua direção. Além de seu diâmetro estimado na atualidade ser inferior ao mensurado antes do início do suposto processo de variação, a referida cratera, como pode ser visto nas imagens mais recentes obtidas por nossos veículos espaciais, apresenta em torno de si uma espécie de anel de poeira branca, que não é achado em torno de nenhuma outra cratera da região. Esta situação, faz com que o conjunto, formado pela cratera, e este “anel”, seja visto, a partir dos telescópios amadores, situados na Terra, como um ponto luminoso, ou esbranquiçado, dando inclusive a impressão, que a cratera realmente não existe mais. A idéia atual de alguns astrônomos da atualidade revela, que a tal variação, teria sido algo ilusório. É difícil de ser levada a sério tal conjectura, além de menosprezar os profissionais da mesma área do passado, o referido fenômeno foi observado progressivamente ao longo de décadas. Ou seja, houve tempo para uma mensuração cuidadosa do fenômeno. Meu interesse por esse assunto, já quando fazia ufologia em termos públicos, acabou me levando a fazer inúmeras palestras sobre o tema, que englobavam também as experiências de nossos astronautas, mas com o passar dos anos, de uma certa maneira, e provocado por minha dedicação a outros aspectos da ufologia, deixei esta temática em segundo plano, até que algo realmente me chamou recentemente a atenção para o assunto, fazendo com que eu voltasse a investigar novamente esta área.
Tudo começou quando tomei conhecimento do artigo “Dark Mission: The Secret History of NASA” (Missão Obscura: A História Secreta da NASA), publicada no início de outubro de 2007, no jornal New York Times, onde o Dr. Ken Johnston fazia denúncias graves sobre o processo de acobertamento da agência espacial norte-americana. O cientista havia sido gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar da NASA, durante os esforços de exploração lunar na época do Projeto Apollo. Segundo a matéria, Johnston havia recebido ordens para que destruísse todas as imagens que revelavam de maneira mais objetiva a existência de ruínas e sinais evidentes da presença de tecnologia extraterrena na Lua.
Na época do referido artigo, Johnston ainda fazia parte do programa espacial norte-americano, mas logo em seguida, no dia 23 de outubro, foi demitido sumariamente pela agência espacial, sendo afastado das funções que exercia no famoso Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), situado em Pasadena. Poucos dias depois de sua demissão, no dia 30 de outubro, Johnston já prestava um testemunho público em uma conferência no National Press Club, em Washington, em um evento da entidade “The Interprise MIssion”, liderada por Richard C. Hoagland, antigo consultor da NASA e conselheiro científico do canal CBS News durante as missões Apollo. O ex-gerente da Divisão de Controle de Dados e Fotos do Laboratório de Recepção Lunar revelou inclusive, que contra as ordens recebidas, havia preservado parte das imagens mais críticas.
Diante dessas notícias e referências percebi que havia chegado o momento de investigar novamente os arquivos de imagens da agência espacial (NASA), agora disponibilizados mediante a Internet na forma de um número muito grande de páginas. Eu não tinha na verdade a menor idéia do que estava ou não sendo disponibilizado. De início encontrei uma quantidade muito grande de sites particulares de inúmeros investigadores, que já vinham divulgando imagens realmente reveladoras, mas eu não estava disposto a repassá-las sem uma prévia verificação da seriedade dos mesmos, e principalmente da origem desse material, e para este tipo de trabalho não havia outra opção, a não ser à busca das fotos nos sites oficiais da própria agência espacial, ou em outros mantidos por instituições de pesquisa relacionadas à própria agência, que participam de suas atividades e programas.
Pouco tempo antes desses fatos, curiosamente, a própria NASA, tinha vindo a público, e isto foi divulgado em larga escala pela mídia em geral, para revelar que haviam sido perdidos, estavam desaparecidos os filmes realizados durante as missões do projeto Apollo, que havia levado 12 homens ao solo lunar. Algo realmente inacreditável.

Rastro de deslocamento fotografado da órbida lunar durante o projeto Apollo.
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Mas voltando a falar de nossas investigações, pudemos confirmar, que existem realmente muitas fotos do referido projeto que desapareceram, e isto é assumido oficialmente. Os números dessas imagens constam dos catálogos, mas ao clicarmos sobre os mesmos nos deparamos com a informação que elas estão “desaparecidas”. Mas o que mais nos surpreendeu já no início dessas nossas investigações, foi o fato de existirem nos referidos catálogos, imagens ainda extremamente reveladoras, nas quais podemos ver além dos UFOs, ruínas de antigas construções, e sinais da presença dos extraterrestres na atualidade, na forma de outras estruturas artificiais. Mas achar estas imagens não é muito fácil, pois tais fotografias estão entre outras milhares, que não apresentam nada relacionado ao assunto de nosso interesse. Não há dúvida que o projeto Apollo foi muito mais além do que foi divulgado em termos oficiosos. Maurice Chatelaim, por exemplo, que na época do projeto foi chefe dos sistemas de comunicações da NASA, fez vários pronunciamentos no passado, afirmando que todos os vôos espaciais não só do projeto Apollo, mas também das missões do projeto Gêmini, que permitiu a NASA desenvolver o processo de acoplamento entre naves no espaço, foram acompanhados de perto por veículos espaciais de origem extraterrestre. Chegou inclusive a afirmar, que seus astronautas, receberam ordens para manterem silêncio sobre essa realidade.
Claramente compatíveis com essas idéias são também as declarações feitas pelo Dr. Glenn Seaborg, físico nuclear, Prêmio Nobel, que na época do projeto Apollo era presidente da Comissão Atômica dos EUA. Segundo suas palavras, proferidas em dezembro de 1969, durante uma visita oficial a Moscou, os astronautas norte-americanos haviam trazido da Lua fotografias, que mostravam traços e vestígios da passagem de criaturas inteligentes pelo solo de nosso satélite. O cientista norte-americano fez menção inclusive a evidências dessa presença fotografados na fase oculta, deixados por alguma classe de veículo, que se movimentava pelo solo.
Mais mistérios
Não menos misteriosos foram também os sinais ou variações registradas pelos soviéticos sob a forma de distorções do campo magnético lunar, que eram notadas toda vez que uma nave norte-americana cruzava o limite, o “horizonte lunar”, passando para o lado oculto de nosso satélite natural. Algo realmente de grandes proporções deveria ocorrer para provocar tal efeito. Os soviéticos chegaram a colocar uma espaçonave, a Luna 15, em órbita de nosso satélite para tentar resolver este mistério durante a missão da Apollo 11.
Mas uma coisa parece certa, os astronautas, que chegaram à Lua, travaram contato com uma realidade para a qual não estavam preparados, responsável possivelmente, pelo menos em parte, pelos problemas existências, que a maioria passou a sofrer, após o retorno à Terra.

Foto obtida durante a missão Apollo 10. No centro da imagem pode ser observada uma estrutura com dezenas de metros de extensão de base geométrica, com simetria perfeira (King Crater).
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Desde a primeira missão tripulada a entrar em órbita de nosso satélite, a da Apollo 8, as revelações nas comunicações entre os astronautas, e o centro de controle das missões, não deixava dúvida, que algo realmente importante estava se desenvolvendo, mesmo com a utilização de palavras ou códigos previamente escolhidos, aparentemente para mascarar a verdade Outras vezes foi usado também um canal alternativo, que era totalmente vedado à mídia, onde esta verdade era manifestada claramente.
Nessa primeira missão, por exemplo, depois de um silêncio maior do que o esperado após terem mergulhado pela primeira vez na fase oculta de nosso satélite, James Lovell, comunicou ao centro de controle em Houston, que “haviam acabado de informar que Papai Noel existia”. Esta mesma referência, já havia sido utilizada antes em outras missões para reportar a presença dos UFOs. Outro termo escolhido, também muito usado, era a palavra “duende”.
Só recentemente, por exemplo, o astronauta Edwin Aldrin, resolveu admitir e falar publicamente sobre a presença do UFO que acompanhou a Apollo 11 durante parte de seu trajeto rumo à Lua, descrevendo inclusive em detalhes as manobras inexplicáveis que o aparelho apresentou em certo momento do contato. Segundo Aldrin, o objeto tinha a forma oval. Mas tanto ele como seu companheiro Neil Armstrong continuam a manter segredo sobre o que teria acontecido na Lua, logo em seguida ao pouso. Em uma dessas comunicações censuradas os dois astronautas reportam a presença de naves, e mesmo uma forma de vida.
Em uma outra dessas transmissões, também nunca admitida pela NASA, dessa vez interceptada mediante radioamadores, um dos tripulantes da Apollo 17, o astronauta Eugene Cernan, revelava: “Estou observando mais um bloco, exatamente na parte norte da rampa. É uma pirâmide. Não… Tem a forma triangular… Mas o que é isto? Estou numa espécie de trilha. O que acham disso? E essas coisas voando sobre nós?”.
Uma exceção a esse procedimento ou essa situação de sigilo foram às declarações do astronauta Charles Conrad, tripulante da Apollo 12, à revista romena Scientia. Segundo ele “De um modo geral, o solo da Lua da a impressão de ser intocado. Mas algumas vezes pudemos notar que parecia, que o solo tinha sido revolvido. Em dois ou três desses lugares percebemos também pegadas, como que feitas por pés humanos. Tiramos fotografias desses rastros e nossos especialistas estão agora examinando as fotos”.

Uma das torres fotografadas no solo lunar pelo projeto Apollo.
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Diante do que vimos até agora, incluindo as declarações de algumas personalidades relacionadas ao programa espacial norte-americano, que já citamos, e das imagens, que já estão começando a revelar a verdade da presença extraterrena, é surpreendente o silêncio mantido pelos astronautas. Mesmo o astronauta Edgar Mitchell, o quarto homem a pisar o solo de nosso satélite (Apollo 14), que fala abertamente sobre os UFOs, e na realidade da presença extraterrena em nosso mundo, mantém o mesmo silêncio de seus companheiros quando o assunto é a Lua. Parece que por motivos sobre os quais poderíamos no momento apenas especular, a presença dos extraterrestres em nosso satélite natural assumiu um nível de segurança, e sigilo, ainda maior do que quando se trata da presença desses objetos, e seres em nosso mundo.

Representação artística de um vôo espacial conjunto envolvento uma espaçonave americana do projeto Apollo, e outra soviética da série Soyus.
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Parece certo também agora, pelo menos em minha opinião, que o projeto Apollo foi desenvolvido em tempo recorde não apenas para superar pela primeira vez os soviéticos na corrida espacial, mas mediante outros motivos, que só agora podemos começar a perceber. Até então a URSS havia realmente estado sempre na frente desde o lançamento do primeiro satélite. O mais surpreendente diante de tal realidade foi o fato dos soviéticos, mesmo depois de todo o desenvolvimento conseguido, terem abdicado não só de tentarem chegar com naves tripuladas à Lua antes dos norte-americanos, como também nunca mais terem manifestado qualquer pretensão em relação ao nosso satélite, coisa que como sabemos acabou acontecendo com os próprios norte-americanos, que chegaram inclusive a cancelar as últimas missões do próprio projeto (Apollo). Logo depois, curiosamente, começam as missões conjuntas entre as duas super-potências, mas a Lua parecia não fazer mais parte desses planos. Parece existir algo muito misterioso por trás desses fatos e situações. De uma maneira intuitiva começo a perceber a possibilidade dos norte-americanos terem chegado a Lua literalmente como representantes de nossa humanidade, não em termos de uma retórica consumista, mas de fato.
Depoimentos prestados nos últimos anos, inclusive por militares que estiveram envolvidos com o programa espacial dos EUA, como o Sargento Karl Wolfe, revelam aquilo que já havíamos concluído e declarado no início desse artigo: os norte-americanos, e evidentemente os soviéticos, já no meio da década de 60, sabiam qual era a realidade lunar a ser enfrentada. Wolfe, que na época servia na Langley Field Air Force Base, e fazia parte das atividades do programa de mapeamento lunar, fez recentemente um depoimento público também no National Press Club, durante uma das seções do Disclosure Project, criado pelo Dr. Steven Greer.
Em seu depoimento, o militar revelou como em 1965 foi chamado a um dos laboratórios que processavam as imagens das sondas enviadas à Lua, que estava com um de seus equipamentos apresentando defeito. Sua missão era apenas tentar resolver o problema, mas acabou tendo a oportunidade mediante um outro militar, que o recebeu no local, de ver imagens realmente impressionantes, que revelavam a presença de várias instalações ou bases extraterrestres na fase oculta de nosso satélite. Segundo ele, haviam imagens claras de estruturas apresentando formas geométricas, construções circulares, torres, coisas que pareciam discos de radares, só que eram muito maiores, etc. Em uma outra imagem mostrada a ele, havia um grande número de estruturas agrupadas. Algo realmente totalmente inacreditável, pelo menos em termos daquilo que é conhecido e divulgado oficialmente para a humanidade.
Mas voltando agora finalmente a falar do material fotográfico que esta sendo disponibilizado pela NASA, e pelas instituições norte-americanas relacionadas ao programa espacial do país, a primeira coisa que fica patente é uma mudança na postura do sigilo. Uma quantidade expressiva, na verdade milhares e milhares de fotos dos programas Ranger, Lunar Orbiter, Surveyor e Apollo, estão sendo disponibilizadas, e entre estas, estão várias, que apresentam sinais evidentes da presença de ruínas, e outras estruturas, ou construções na Lua. Além de ter conseguido localizar várias, que já estavam sendo expostas em outros sites particulares, encontrei outras que não haviam sido ainda identificadas. Até imagens de pegadas que parecem não conferir em termos de modelo e tamanho com as deixadas por nossos astronautas podem ser acessadas, e eu encontrei várias fotos documentando justamente esta realidade.
Mas como já escrevemos no início desse artigo, é necessário dedicação para encontrar esse material mais contundente em meio aos catálogos. Eu mesmo, até o momento, depois de meses de dedicação, só consegui examinar uma ínfima parte da totalidade dessas imagens, mas existem hoje inúmeros investigadores, principalmente no exterior, empreendendo o mesmo tipo de busca.
Alguém decidiu que já tínhamos o direito de ver essas imagens, desde que, vamos dizer, sejamos “merecedores” desse privilégio. Esta situação esta sendo oferecida justamente para aqueles que já perceberam, que a verdade é algo muito maior e mais complexa do que aquilo que nos é mostrado oficialmente. Ou seja, estamos sendo convidados de uma maneira sutil, e ao mesmo tempo extremamente inteligente, a participar do processo gradual de revelação da verdade.
Mas não devemos ter ilusões. Existe claramente uma guerra subterrânea dentro das instituições e organizações que até agora geriram o processo de sigilo. Mas do que isto, muitos dos seus membros não passam de representantes de uma espécie de poder paralelo, que esta acima inclusive das administrações democraticamente, e legalmente constituídas, sem qualquer tipo de controle, que exerce seu poder em termos planetários. Representam a industria armamentista, os sistemas de produção de energia, e manipulam a ciência para o cumprimento de seus objetivos, mesmo que isto acabe levando o nosso planeta à falência ambiental.
Este grupo é o mesmo que deseja implantar de forma definitiva um processo de militarização no espaço. Algo que certamente não seria e será aceito pelas civilizações extraterrestres presentes hoje não só na Terra, como em outros pontos de nosso sistema solar, como o nosso satélite natural.
O retorno à Lua
Em 1994, mais de vinte anos depois do fim do projeto Apollo, os norte-americanos voltaram ao nosso satélite, e dessa vez o envolvimento e interesse militar foi explicito, e teve a participação inclusive da área armamentista. Uma missão concebida, elaborada e implementada, além de financiada, por estes setores. Esta realidade chega a ser irônica, para não dizer assustadora. No dia 25 de janeiro daquele ano (1994) era lançado a partir da Base da Força Aérea de Vandenberg o Deep Space Program Science Experiment (DSPS), conhecido mais simplesmente como Clementine. Uma espaçonave de alta tecnologia, anos luz a frente de tudo que já havia sido enviado a Lua. Para que se tenha uma idéia do que foi feito, entre sua concepção em termos ainda de design, e o lançamento, se passaram apenas 22 meses.
O “consórcio” responsável pelas várias fases da missão envolveu o Naval Research Laboratory, Lawrence Livermore National Laboratory, Ballistic Missile Defense Organization e a própria NASA, além da Força Aérea, cuja participação esteve restrita ao lançamento. Um conjunto de forças nem um pouco convencional se pensarmos na exploração pacífica do espaço. Outro marco nessa missão, antes de falarmos do que ela representou dentro de nossa área de interesse, foram os seus custos. Da concepção a realização ela foi realizada com um orçamento de apenas 80 milhões de dólares. Uma demonstração clara do potencial e da capacidade desses setores em desenvolverem projetos revolucionários. Toda essa história deixou uma mensagem subliminar: o programa espacial poderia passar a ser controlado diretamente pela área militar, com menos dinheiro, e maior capacidade para a obtenção de resultados.
Em apenas dois meses em órbita da Lua a Clementine obteve mais fotografais do que todas as missões anteriores reunidas. Foram obtidas por suas várias câmeras cerca de 1,8 milhões de imagens digitais. Pela primeira vez foi desenvolvido um projeto de mapeamento lunar em várias faixas do espectro eletromagnético, com a utilização de câmeras que trabalhavam na faixa do infravermelho, ultravioleta, radar, além evidentemente de uma câmera para faixa visível do espectro eletromagnético, que também deixava longe suas antecessoras que haviam chegado a Lua.

Nessa imagem obtida pela espaçonave Clementine podemos observar na parte superior uma série de construções. Já na parte inferior direira estão claramente visíveis dois domos. Cada um desses “objetos” possui dezenas de metros de extensão.
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Não é preciso dizer que o controle das imagens não ficou a cargo da NASA (apenas uma participante secundária do projeto). Por trás de uma postura de atenção e transparência com a mídia em geral, gerenciada ou conduzida em determinados momentos pelo próprio Pentágono, que envolveu a liberação de milhares de imagens, e a divulgação de vários informes científicos, estava em curso a maior operação de acobertamento já estabelecida em missões espaciais.
Parece claro hoje que apesar da existência de interesses científicos louváveis, tamanho envolvimento militar tinha evidentemente interesses que estavam longe de qualquer possibilidade de divulgação, ou mesmo de serem supostos pela opinião pública. Baseada nas descobertas anteriores das várias missões precedentes, a Clementine, foi enviada para a Lua para estabelecer definitivamente a amplitude, e o verdadeiro potencial da presença extraterrena. Um tipo de procedimento necessário e padrão dentro da área da Inteligência. Militar.
O arsenal tecnológico enviado para a Lua permitiu com toda certeza, que os responsáveis pela elaboração do projeto, tivessem todas as informações que faltavam. Hoje em algum lugar dentro da estrutura militar dos EUA existe um “mapa” muito especial onde temos identificadas cada ruína, cada vestígio da passagem no passado dos extraterrestres, e principalmente, cada instalação ou base em operação na atualidade. Mas como conciliar esses interesses com a divulgação de uma missão supostamente revestida apenas de objetivos científicos?
Os gestores do programa Clementine tomaram em algum momento uma decisão crucial, evidentemente antes da liberação das milhares de imagens disponibilizadas mediante as páginas e links para acesso público: passaram a manipular o material fotográfico de uma maneira escandalosa, pelo menos as fotos mais reveladoras. Mais isto mais cedo ou mais tarde seria descoberto, como aconteceu. Depois de tudo que já vimos nesse artigo, temos que fazer uma outra indagação: será que até isto não foi planejado, e faz parte do programa que vem sendo desenvolvido para o gradual estabelecimento da verdade?
Algumas das imagens liberadas, mesmo após esse processo de manipulação, são extremamente reveladoras. Em várias dessas apenas as estruturas maiores foram “apagadas”, ou encobertas, deixando ainda perceber coisas interessantes, e outras construções menores. Em algumas dessas fotos os objetos ou edificações foram cobertas apenas parcialmente. Mas essa censura não atingiu todas as fotos que seriam do nosso interesse. Algumas dessas não foram, vamos dizer, “tocadas”, e estão disponíveis para serem vistas, revelando realmente sinais mais do que evidentes dessa presença. Existem algumas realmente impressionantes onde podemos observar conjuntos de estruturas que cobrem vários quilômetros de extensão.

Estrutura gigantesca parcialmente “apagada” detectada em uma das imagens da espaconave Clementine.
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Apesar da existência de várias fotos documentando esses sinais na face lunar voltada para à Terra, muitas vezes justamente nas áreas onde sempre se concentraram os chamados Fenômenos Transitórios Lunares, as imagens da Clementine não deixam dúvida: os grandes complexos de estruturas, e as maiores edificações estão realmente na face oculta da Lua. Algumas dessas “coisas” se estivessem na face voltada para Terra seriam vistas mesmo a partir de nosso planeta mediante nossos telescópios.
Depois de examinar e ter contato com mais de 200 imagens desse tipo não há como não desenvolver uma visão diferenciada do acobertamento em termos espaciais, e, sobretudo, no que diz respeito ao nosso satélite natural, e já esta na hora de percebermos que este tipo de referência não faz mais o menor sentido. A Lua não é nossa! Talvez tenha sido um dia, e as ruínas encontradas podem estar associadas ao tempo que segundo nossas tradições mais antigas nossos antepassados vindos das estrelas se estabeleceram na Terra, e criaram uma avançada civilização, que segundo essas mesma fontes era capas de viajar pelo espaço.
Não há dúvida que algo de errado aconteceu, afinal a poucos milhares de anos atrás estávamos vivendo em cavernas. Talvez parte de nosso passado esteja lá preservada pela falta de atmosfera, e qualquer tipo de efeito erosivo. Mas para termos o direito de voltar aquele mundo de maneira efetiva temos que desenvolver um outro tipo de ética, e responsabilidade. Pela primeira vez em nossa história recente nossos principais governantes, sejam eles do poder constituído, ou paralelo, descobriram seus limites… O que eles farão diante dessa realidade?
Fonte: Marco Antonio Petit
Via: http://www.arquivoxbr.com/2014/04/a-presenca-extraterrena-na-lua/