Bem Vindos!

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UFOLÓGICO / ASTRONÔMICO/ CIENTÍFICO

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Será que os ET's visitaram a cidade de Gulf Breeze em 1987?

Pequenos homens verdes, alienígenas, OVNI´s, discos voadores - essas são algumas coisas que você pode esperar descobrir na Emerald Coast durante o Halloween... E, como alguns residentes relataram, em várias outras épocas do ano também.

A Emerald Coast possuí uma profunda fascinação com o espaço sideral. Muito disso devido á séries de evento que colocaram a cidade de Gulf Breeze(Florida-EUA) no mapa - Avistamentos na cidade de Gulf Breeze. Não tem melhor momento que Halloween para lembrar o casal apaixonado que passava alguns longos meses entre 1987 e 1988 vivendo o medo de uma possível abdução alienígena. Edward e Frances Walters nunca vão esquecer esses anos. E os locais amam contar essa estória sempre.Gulf Breeze - Florida - EUA

A noite de 11 de Novembro de 1987 era como qualquer outra noite de novembro na Florida. Uma brisa fria estava presente mostrando a chegada do inverno, mas continuava quente o suficiente para apreciar uma ida á rua apenas de jaqueta. Edward Walters, um corretor de imóveis respeitado da área, estava trabalhando até tarde na sua casa quando ele viu algo estranho brilhando do lado de fora da janela. Ele abriu a janela, revelando um objeto azul-acinzentado no céu com metade dele escondido atrás dos pinheiros. Walters correu pra fora curioso para ver o que era esse objeto voador não indentificado. Após verificar, ele não conseguiu decifrar a origem da nave. Ele descreveu-a como tendo uma linha de quadrados escuros com pequenos "portais" entre eles. O objeto não estava voando normalmente; estava "pairando".

Walters voltou pra sua casa e pegou a Polaroid. Ele tirou algumas fotos do jardim e da rua. O OVNI moveu-se em sua direção até ele ficar abaixo da nave. Foi quando aconteceu - Walters alegou que um tiro de luz azul saiu da nave. A luz, Walters disse, tirou ele do chão e levantou ele no céu. Ele ouviu uma voz computadorizada falando, "não se preocupe, nós não vamos lhe fazer mal". Imagens de cachorros surgiram na sua mente como se ele estivesse olhando um livro de criança sobre cachorro.
Walters gritou e lutou até finalmente soltarem ele. Uma vez fora do controle da luz azul, ele disse que um cheiro de amônia e canela preencheu o ar.

Após 6 meses, Walters e sua esposa Francês alegaram entrar em contato com a nave por pelo menos 20 ocasiões. Raios azuis, vozes computadorizadas e mesmo um estranho visitante foram inclusos no relato. Walters demonstrou evidências de uma doutora em hipnose que concluiu que Walters foi adbduzido pelo menos duas vezes.

Residentes da Gulf Breeze e Penascola relataram incidentes similares durante o mesmo período. Outras pessoas interferiram e tentaram mostrar evidências que poderiam ir contra a estória de Walters incluindo relatos de crianças e vizinhos. Depois que a família Walters vendeu a casa, o novo residente transformou a casa num pequeno modelo de espaço nave seguindo o padrão da nave capturada no filme. O residente afirmou ter encontrado a nave no sótão da casa.

Não demorou muito para que a cidade de Gulf Breeze se tornar o centro de um dos casos mais controversos da ufologia mundial. Estações de televisão, jornais e rádios receberam vários relatos do acontecimento. Força Aérea Americana, MUFON e vários investigadores independentes se envolveram no caso.

Será que os alienígenas realmente visitaram a cidade de Gulf Breeze em 1987? Você decide.

Por Jennifer Otto, EmeraldCoast.com

Encontros com OSNIs

Extraordinário contato com luzes anômalas tem sido registrado por testemunhas oculares através dos séculos... avistamentos em rios, lagos, mares e oceanos por todo o globo terrestre.

Alguns casos:

Segundo jornais alemães de agosto de 1954, quando em rota de Amsterdam para New York, o Capitão Jan Bos, da SS Groot Beer, relatou ter observado um estranho objeto luminoso subir no Oceano Atlântico a mais ou menos 90 milhas a leste do farol de Cape Cod. Tinha portas iluminadas ao redor da borda e desenvolvia uma velocidade fantástica.

Dois policiais viram emergir da água em Porthcawl, na noite de 01 de setembro de 1957, algo que, de início, parecia um barco em chamas. Ele estava localizado na direção de Ilfracombe, no canal de Bristol e começou como um brilho vermelho que logo cresceu e ficou maior que uma lua cheia. Podia ser vista uma faixa negra em zig-zag em seu centro, depois decolou em uma velocidade alarmante, acompanhado de duas luzes menores, em direção do Atlântico.

Os sons captados pelo hidrofone de um navio de pesquisa operado pelo Instituto Oceanográfico de Woods Hole estavam dirigidos aos osciloscópios do barco quando este sondava as águas profundas de Puerto Rico. Os cientistas a bordo ficaram confusos, pois o barulho continuava intermitentemente a uma profundidade de 30.000 pés. Este limite extremo quase que certamente exclue a presença de um outro tipo conhecido de submarino. Quando mais tarde traduziram seus registros para cartões IBM , os cientistas, para seu espanto, descobriram que os sons registrados eram de uma mudança na taxa de 100 a 180rpm. Vários dias de avaliação de dados os deixaram ainda mais surpresos...começaram a ponderar se de fato eles não tinham rastreado algum tipo de vida marinha - subsequentemente
apelidando-a de "180rpm animal".

O inglês Nigel Lea-Jones recorda: "Em 1972, um amigo e eu estávamos mergulhando de um bote, no Caribe, perto do litoral. Repentinamente, eu me virei e vi um objeto esférico laranja e prateado de mais ou menos seis pés de diâmetro em uma subida, exatamente acima da água. Ele estava a exatamente uns cinquenta pés de nós e estava estreitamente seguindo um curso em zig-zag. Depois de mais ou menos um minuto a superfície do objeto abriu para revelar uma janela circular escura de mais ou menos dois pés ao redor dele. Nós nos entreolhamos nervosamente e quando tornamos a olhar o objeto tinha desaparecido sem um som. Eu nunca encontrei uma resposta e a origem do objeto permanece um mistério."

Trevor Tyler era um mergulhador de águas profundas com mais de 13 anos de experiência quando algo aconteceu, 270 pés abaixo da superfície do Atlântico, que resultou em sua morte súbita e inexplicável. Este inglês de 34 anos estava trabalhando sob as águas na costa da Guiné, África Ocidental, quando sem qualquer aviso seu colega de trabalho que estava no rádio ouviu um barulho metálico seguido de um grito e depois o silêncio. Imediatamente outro mergulhador foi enviado lá para baixo e achou o corpo sem vida de Tyler flutuando a 180 pés abaixo da superfície, seus braços distendidos e a roupa de mergulho inflada como um balão. Em um inquérito em 1968, uma testemunha contou como Tyler tinha obviamente retirado seu cinturão de peso antes de morrer em uma tentativa vã de subir rapidamente. Do que ele estava fugindo, ninguém saberá.

Voltando para casa pelo canal de Bristol em uma tarde de fevereiro de 1965, um casal de Minehead localizou o que parecia ser uma aeronave de combate cinza. Ela estava viajando na mesma direção e eles entenderam que sua descida somente podia terminar em desastre. O motorista do carro, um oficial de rádio aposentado, rapidamente parou e pegou seu binóculo, olhando como a nave continuava até pousar no canal com um jato de fumaça negra, depois desapareceu.

Uma unidade de Busca e Resgate da RAF baseada em Plymouth procurou por qualquer nave perdida ou extraviada mas não encontrou nenhuma. Cada avião foi localizado e além disso nenhum destroço foi recuperado.

domingo, 9 de julho de 2017

A história envolvendo os Foo-fighters até hoje permanece um mistério

Durante a Segunda Guerra Mundial, ocorreram vários relatos de pilotos de aviões militares dos Aliados e dos Nazistas, se envolvendo com estranhas esferas luminosas que surgiam inesperadamente e costumavam voar em grupo, acompanhando os aviões. Normalmente, enquanto esses objetos estavam próximos, os radares de bordo apresentavam falhas.

Esses objetos aéreos desconhecidos eram chamados de Foo-fighters, palavra composta da conjunção da palavra francesa "feu" (fogo) e da palavra inglesa "fighter" (avião caça); embora alguns militares também os chamassem de "Krauts fireballs" (bolas de fogo dos "Krauts") este último termo fazia referência aos alemães), pois se acreditava que os objetos eram algum dispositivo bélico de procedência nazista, e no transcurso da guerra, foram notificados inúmeros incidentes deste tipo ao Comando Militar dos Aliados.

Na noite de 23 de Novembro de 1944, pilotos da 415ª Esquadra de Caças Noturnos dos Estados Unidos, baseado no território francês de Dijon, protagonizaram um avistamento envolvendo Foo-fighters. Esta esquadra efetuava missões de combate e reconhecimento sobre a zona do Reno, ao norte de Strasbourg, e a sua tripulação era formada pelo piloto tenente Ed Schlueter, pelo radialista Donald J. Meirs e pelo tenente Fred Ringwald, oficial da inteligência militar que viajava como observador. Num dado momento, o tenente Ringwald ficou surpreso ao ver que algumas estrelas distantes tinham se aproximado se transformaram em esferas luminosas alaranjadas.
Eram em torno de oito a dez objetos pequenos que se movimentavam em altíssimas velocidades e mantinham-se próximas ao avião. O radar de bordo nada acusava assim como o radar de terra. Subitamente, essas estranhas esferas luminosas desapareceram e, logo em seguida, reapareceram muito mais longe. Poucos minutos depois, elas desapareceram definitivamente.

No dia 27 de Novembro de 1944, dois pilotos americanos, Henry Giblin e Walter Cleary se encontravam com uma bola de luz laranja quando voavam nos arredores da cidade de Speyer, na Alemanha, às margens do rio Reno. O objeto voava a cerca de 400 quilômetros por hora e a cerca de 500 metros sobre o seu avião. Decidiram iniciar uma perseguição ao inusitado objeto e notificaram a estação de radar de terra sobre o fenômeno, que respondeu-lhes que não estava captando absolutamente nada. O radar de bordo do avião começou a apresentar falhas, levando-os a abortar a missão e a regressar à base.

Em Antuérpia, na Bélgica, em Setembro de 1944, por volta da 21h00min, um soldado canadense observou uma esfera luminosa no céu indo em direção á fronteira. Ele estimou que o objeto não deveria ter mais que um metro de diâmetro e, ainda, parecia que era feito de vidro fumado. A esfera emitia uma forte iluminação que não parecia vir da sua superfície, mas sim, do seu interior.
Nenhum som ou ruído foi escutado. Menos de um minuto após o avistamento da esfera, outras cinco, aparentemente iguais a primeira, também foram avistadas pelo soldado seguindo a mesma rota.
Mas os Foo-fighters não foram avistados unicamente no cenário europeu da guerra. O fenômeno foi relatado também no Teatro do Pacífico, sobre o Japão e sobre a Lagoa de Truk. Há registros de avistamentos dos Foo-fighters pelas tripulações dos bombardeiros B-29 sobre o Arquipélago japonês.
No dia 12 de Agosto de 1942, o sargento Stephen Brickner, da Primeira Divisão da Marinha, estava voando em grupo com sua esquadrilha sobre a ilha de Tulagi, ao sul das Ilhas Salomão. Por volta das 10h00min uma formação de pelo menos 150 Foo-fighters voavam a uma altura incrível, bem acima dasnuvens e sobre a esquadrilha. O sargento Stephen Brickner achou muito difícil serem máquinas japonesas ou alemãs. Não houve confronto, mesmo porque seria impossível atingi-los pela enorme altitude em que se encontravam. O interessante é que esses veículos pareciam ser esféricos, de cor cinza metálico e giravam em torno de seu próprio eixo.

Terminada a Segunda Guerra Mundial, os Aliados perceberam que não havia o menor fundamento na hipótese de se tratar de alguma espécie de armamento nazista. Na verdade, os Foo-fighters também perseguiram os alemães. Havia bastantes relatos dos pilotos da Luftwaffe sobre essas misteriosas máquinas voadoras que, em 1944, foi criado o projeto secreto de investigação denominado "Sonder Büro nº 13" (Base Especial nº 13). Este projeto, que se ocultava sob o nome de "Operação Uranus", era composto por oficiais de aviação, engenheiros aeronáuticos e conselheiros científicos. O "Sonder Büro nº 13" tinha o objetivo de recolher, avaliar e estudar os relatórios de observações dos pilotos sobre estranhos objetos voadores que apareciam perto dos aviões alemães e, ainda, voavam com eles em formação durante alguns minutos. De fato, parece que os alemães começaram a ver estes estranhos objetos desde 1943, onde os relatórios começaram a chegar ao Estado Maior Superior da Aeronáutica Alemã.

A criação deste projeto de pesquisa secreto pelo alto comando militar alemão prova que os Foo-fighters eram um mistério a ser desvendado também para os nazistas. Em 1943, um ano antes da criação do projeto "Sonder Büro nº 13" pelos alemães, os ingleses haviam criado uma pequena organização que tinha o mesmo objetivo. Dirigido pelo tenente general Massey. Este projeto britânico foi chamado de "Projeto Massey" e apurou, após um inquérito preliminar, que as luzes que circulavam no meio dos bombardeiros eram flashes provocados com fins psicológicos para desorientar e assustar os pilotos – uma arma psicológica nazista. O projeto Massey, neste inquérito preliminar, refletia a opinião dos Aliados com relação aos objetos aéreos não
identificados durante a guerra. A explicação fornecida por um ex-oficial aviador da USAF, que quis ter sua identidade resguardada porque, na época, ainda trabalhava para uma repartição da USAF, declarada pelo próprio, textualmente para a revista "American Legion Magazine", de Nova Iorque:

"(...) provavelmente os Foo-fighters são o desenvolvimento de uma arma psicológica usada pelos Nazistas. Durante as missões noturnas sobre a Alemanha ocidental, avistei por várias vezes discos ou globos luminosos que perseguiam as formações aéreas. Como se sabe, os caças noturnos alemães tinham potentes faróis colocados na proa ou nos cubos das hélices... faróis que tinham a finalidade de apontar para o alvo, para enquadrá-lo melhor, e também para ofuscar as metralhadoras das torres de comando dos bombardeiros inimigos. E esses faróis resultavam em freqüentes alarmes que provocavam uma continua tensão nervosa nas tripulações de nossos aviões, baixando o rendimento das suas ações. E no último ano da guerra, os alemães enviaram contra nós certo número de corpos luminosos aéreos radio-comandados para perturbar o dispositivo de ascensão dos motores e o funcionamento do radar de bordo".

Esta é uma das raras fontes que indicava a certeza dos militares de que os foo-fighters eram uma arma secreta alemã, ignorando que os próprios alemães também eram incomodados pelo mesmo fenômeno, a ponto de criar um projeto especial para investigar o assunto.
Outros comentários de oficiais dos Serviços Secretos para a revista "American Legion Magazine" sugeriam que o fenômeno dos Foo-fighters nada mais era do que aparelhos radio-controlados que os alemães enviavam para interferir nos radares aliados durante os bombardeamentos noturnos.

Porém, o "Projeto Massey" progrediu nas suas investigações e, através de um espião infiltrado na Alemanha, foi descoberto que os Foo-fighters não eram dispositivos alemães, pois os próprios Nazistas cogitavam a possibilidade de serem dispositivos bélicos dos Aliados.
Um ano depois, em 1944, o "Projeto Massey" foi extinto pelos ingleses – coincidindo com o fato de que o agente duplo foi denunciado e executado pelos alemães na primavera daquele ano.

De qualquer forma, surgiram outras explicações para o fenômeno.

No dia 01 de Janeiro de 1945, o editor científico da "Associated Press", Howard W. Blakes, numa entrevista à uma estação de rádio, disse que os Foo-fighters eram apenas o fenômeno denominado de "Fogos de Santelmo". Ou seja: luzes naturais produzidas por indução eletrostática das asas e extremidades dos aviões. Segundo Howard W. Blakes, como não eram objetos materiais, eles não poderiam aparecer mesmo nos monitores dos radares, tal e qual os relatórios militares afirmavam.
Dentre aqueles que defendem que os Foo-fighters eram armas secretas alemãs, sobressai o nome de Renato Vesco, um engenheiro aeronáutico e escritor alemão. Segundo Vesco, os Foo-fighters eram veículos voadores não tripulados com o nome secreto de "Feuerball". A principal finalidade desses engenhos era interferir nos radares dos Aliados através da ionização da atmosfera obtida a partir de fortes campos eletrostáticos e impulsos eletromagnéticos gerados por válvulas Klystron, controlados a partir da terra via rádio, a propulsão era retirada de um motor de reação
; um tipo especial e secreto e que era a causa do feixe luminoso que daria ao engenho o nome de "Feuerball" (bola de fogo).

Será que os Foo-fighters eram realmente uma arma secreta dos Nazistas, Fogos de Santelmo ou uma manifestação do fenômeno OVNI na Segunda Guerra Mundial?

O fato é que, terminada a guerra, o fenômeno das "esferas luminosas" continuou e ainda continua a manifestar-se em diversas circunstâncias ao redor do mundo.

Fonte: Enciclopédia Abril

Alguns casos acontecidos na Alemanha e Suíça

O Caso Nicole:

Nicole é uma jornalista de 38 anos em Munique, Alemanha: Durante umas férias que passou no Hawaii, ela viu um disco voador que estava pousado numa colina, à uns 100m de distância de onde se encontrava. "Uma luz saiu de uma abertura do OVNI e uma figura apareceu. Ele desceu por uma escada invisível para mim. Entretanto dois passos depois ele parou. Eu acho que ele me viu ou sentiu a minha presença.

Entrei em pânico e corri para o quarto entrando debaixo dos cobertores. Não sei quanto tempo fiquei lá". Se alguma coisa aconteceu à Nicole naquela noite ela não se lembra. Após um certo tempo ela escreveu para o pesquisador Johannes Fiebag onde dizia que havia tido um sonho no qual enquanto ela dormia alguns homens apareceram no seu quarto. "Ele parecia estar se divertindo e sussurrava para os outros perguntando se eu estava dormindo ou não". Esses seres teriam colocado algo nas costas dela e depois ela ouviu os seres irem embora. "Eu pulei da minha cama e percebi que estava sem a minha camisola. Subi correndo até o terraço mas não vi nada, só dois galhos de árvores quebrados".

Caso Hans-Joerg:

Hans-Joerg é um trabalhador do varejo que vive em Dortmund, Alemanha: "Alguns anos atrás, quando eu vivia com a minha noiva, alguma coisa aconteceu que me deixou muito confuso. Fez com que o meu medo de escuro virasse um problema patológico. Eu não consigo me lembrar da data exata, mas foi no final de 1990 ou início de 1991. Numa noite eu acordei e vi um pequeno ser passar ao meu lado. Eu sei que isso parece loucura...ele tinha 1m de altura e vestia algo com um capuz. Ele não olhou para mim, só passou e foi para o corredor...mas não havia porta nenhuma lá. A minha
namorada não acordou e mais tarde quando isso aconteceu ela me viu sentado na cama totalmente transtornado".

O Caso Carola

A fotógrafa Carola, de 36 anos, morava em uma pequena vila no estado de Mecklenburg, Alemanha: Em março de 1994 ela estava em casa às 23:00. As crianças já estavam dormindo e ela estava sozinha. "No meu caminho para o quarto, eu de repente me senti desconfortável, como se eu estivesse sendo observada. Olhei para os lados e para a janela. O pátio estava escuro. Fiquei com muito medo e fui direto para a cama. Depois que eu me acalmei um pouco ouvi um estranho zunido. Fiquei apavorada e resolvi sentar para ouvir melhor, mas não conseguia me mover. Eu vi vários homenzinhos cinzas no pé da minha cama. Eles pareciam estar falando de mim. Duas outras figuras estavam ao lado da porta do meu quarto. O medo que eu sentia em relação ao meu filho de 15 anos era indescritível! Tentei gritar para a minha filha mas não pude. Neste momento eu percebi que eles estavam também no quarto dela. Eu senti isso. Ela gemia muito enquanto dormia. De repente eu não podia mais ouvir ou ver e o pior foi que eu percebi que não podia mais raciocinar, formar simples frases. Pareceu que todas as minhas habilidades haviam sumido. Tudo o que sei é que
isso está ligado aos seres que eu vi. Não sei realmente o que aconteceu comigo ou com a minha família".

O Caso Ulrich

Ulrich é um jovem de 21 anos da Suíça. Desde criança ele teve várias experiências, muitas amedrontadoras e curiosas: "Com a regressão por hipnose eu posso reconstruir o que ocorreu na noite de 10 para 11 de maio de 1994. Eu estava dormindo na minha cama quando fui acordado de repente por uma forte luz azul. Me escondi debaixo das cobertas e pensei: - Não, de novo não! Isso não pode ser real. Então tive a sensação de estar flutuando e a minha memória sumiu
abruptamente. A próxima coisa de que me lembro foi estar deitado numa mesa de aproximadamente 50cm de altura. Era um quarto escuro. As paredes pareciam ser muito lisas. Debaixo do meu pé direito tinha uma coisa parecida com uma coluna. De repente, uma figura branca e magra ficou por cima de mim. Ela tinha grandes olhos negros, mas não tinha cabelos. Mesmo pensando que fosse sentir nojo, algo me fez ficar excitado, não sei porque. Todo o episódio foi repetido
por outra criatura, mas eu não consigo me lembrar dela. E como se já não bastasse um terceiro ser veio para cima de mim. Tudo o que eu consigo me lembrar dessa terceira fêmea, era que ela tinha umas feições mais humanas. Após isso
eu comecei a chorar."

O Caso Ina: 

Uma alemã, relatou que em 1991 foi abduzida por seres alienígenas:

"Eu estava deitada na minha cama e eram quase 23:00. Meu marido tinha acabado de adormecer e eu olhava para a janela. Nós não tínhamos cortinas no quarto e por isso eu podia ver o céu muito bem. De repente a minha realidade mudou! Ela foi de alguma forma modificada. Eu vi um feixe de luz no meu quarto e flutuei por ele para fora da minha casa. Estranhamente eu atravessei o vidro da janela. Me sentia muito bem e com a presença de um ser de luz do meu lado direito. Eu o vi com o "rabo de olho". Não pude reconhecer o seu rosto, mas tenho certeza de que era uma fêmea.

Eu estava muito excitada e feliz e pensei: "Nossa, você realmente existe". Foi aí que eu pensei no disco voador, mas só via o feixe de luz e o brilhante ser. Esse ser emanava uma bondade e amor os quais eu nunca tinha sentido antes. O ser então me perguntou: "Claro, o que você estava pensando?", ela respondeu naturalmente e suavemente, como uma mãe responde à uma pergunta tola do seu filho. Eu me sentia muito bem e feliz. Eu ainda me lembro que nós flutuamos juntas no feixe de luz. Fomos à uma grande luz branca, onde tinha uma abertura. De repente me vi novamente na minha cama. O meu marido ainda dormia e eu estava ainda com o meu rosto virado para a janela como se nada tivesse acontecido. Mas tenho certeza de que algo aconteceu..."

Fonte: Lol

No intrigante Incidente de Nullaboro existe a dúvida da abdução

Imagem Ilustrativa.
No dia 20 de janeiro de 1988, estavam dirigindo pela rodovia Eyre, em Nullarbor, Austrália: Faye Knowles, seus 3 filhos e seu cachorro, em direção à South Austrália para visitar alguns parentes. Enquanto dirigiam viram uma estranha luz à sua frente. Ela tinha uma cor amarelada pálida e parecia estar fazendo zigue-zagues.

O objeto então foi em direção da família Knowles e ficou na frente do carro. O objeto foi descrito como ovóide. Depois de tentar despistar o objeto, eles perceberam que estava logo sobre as suas cabeças. Ouviram um barulho, como se o carro estivesse no meio de uma ventania. Durante este evento eles também sentiram um cheiro de queimadura elétrica e o carro estava sendo iluminado por completo por uma luz cinza. Eles perceberam que o carro não estava mais tocando o solo, pareciam estar à alguns metros de altura. Algum tempo depois o carro foi colocado novamente no solo. Dentro dele havia um tipo de talco e o cheiro de queimado.

Relataram o incidente para a polícia e ufólogos, que recolheram amostras desse talco. Após algumas pesquisas descobriram que este talco continha as mesmas substâncias químicas que a NASA usava para pintar e proteger as suas naves espaciais. Será que eles chegaram a ser abduzidos?...

Fonte: Lol

O Incidente de Val Johnson - O Xerife que foi abduzido

Numa manhã bem cedo, um deputado e xerife de Minnesota foi encoberto pela luz de um OVNI. Ainda estava escuro no dia 27 de agosto de 1979, quando o deputado e xerife Val Johnson estava dirigindo seu carro de patrulha numa rodovia rural dentro do município de Marshall, perto da fronteira com o estado de Dakota do Norte. A 1h40min da madrugada, Johnson avistou uma luz intensa sobre um grupo de árvores que estava a uma certa distância de seu carro. No princípio, ele pensou que poderia ser um avião voando baixo, então mudou o ruma de seu carro daquela direção para conferir o que estava acontecendo lá fora.

Johnson notou que a luz estranha não estava iluminando a área circunvizinha. De repente, a luz começou a se mover em sua direção e imediatamente cobriu quase que uma área de uma milha e meia antes de parar sobre seu carro. "Ouvi um barulho de quebra de vidro e vi que o interior do carro estava totalmente iluminado por luz branca... Depois que a luz tocou meu veículo, não consegui me lembrar de mais nada," ele declarou depois.

Por alguma razão desconhecida, Johnson perdeu consciência. Quando ele despertou, sua cabeça estava deitada no volante. O seu carro patrulha tinha se deslocado de alguma forma para o sul da pista da rodovia rural e no momento em que ele recuperou a consciência o carro estava indo para o leste. Ele também teve problemas na sua vista de acordo com uma das versões sobre o incidente.
No momento que Johnson passou um rádio para o xerife do município de Marshall em Warren, para pedir ajuda já eram 2h19min da madrugada e ele contou para o despachante que algo havia tocado seu carro. Ele disse: "Não sei como explicar... Ouvi um barulho de vidro se quebrando e meus freios ficaram bloqueados. Não tenho a menor idéia do que aconteceu".

Um amigo do deputado xerife chamado Greg Winskowski, logo chegou no local. Ele notou que Johnson tinha um inchaço vermelho em sua testa, e concluiu que ele tinha batido sua cabeça no volante. Então ele pediu uma ambulância para levar Johnson para o hospital.

No hospital em Warren, um doutor tentou examinar os olhos de Johnson, mas logo que o médico iluminou sues olhos com uma luz brilhante Johnson sentia uma dor extrema. O doutor percebeu que havia uma ferida nos olhos de Johnson, como se fossem queimaduras moderadas de um aparelho de solda, e lhe deu um pouco de pomada e bandagens. Johnson fez um boletim de ocorrência no escritório do xerife e foi levado para casa.

Na manhã seguinte, o próprio Xerife Dennis Brekke levou o carro patrulha de Johnson para a garagem para checá-lo. Os mecânicos da garagem acharam que o carro estava danificado de uma forma estranha. Por exemplo, o capô tinha um dente circular de meia polegada de diâmetro. Havia uma rachadura no pára-brisas que vinha de cima para baixo. A rachadura tinha quatro pontos de impactos que poderiam ser causado por objetos pequenos. O relógio do painel do carro, estava marcando 19h00min que era a hora que Johnson tinha se apresentado para o serviço, e neste momento este relógio estava 14 minutos atrasado. Além disso, o relógio de pulso de Johnson também estava 14 minutos atrasado.

Outros investigadores acharam danos mais estranhos ainda no carro que não pôde ser explicado facilmente, de acordo com uma das versões do caso. Depois de levar o carro patrulha de Johnson para a garagem policial, o xerife Brekke levou Johnson para a cidade de Grand Forks, para um exame de vista mais completo. O médico de lá achou que os olhos de Johnson tinham clareado e que sua a visão estava boa. Brekke telefonou depois o Centro de Estudos OVNI em Evanston descrevendo o contato de Johnson para Allan Hendry que aceitou imediatamente voar para o município de Marshall para investigar o caso.

Relatório da polícia -
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Mapa do incidente
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Logo quando chegou, Hendry encontrou marcas de derrapagem no local do incidente revelando que o carro patrulha de Johnson tinha se deslocado cerca de 855 pés antes dos freios ficarem bloqueados e que tinha continuado a se deslocar mais 99 pés.

Depois de entrevistar várias pessoas em Warren, que conheciam Johnson, Hendry concluiu ele não tinha inventado esta história. Ele também concluiu que um avião não poderia ter causado o dano que ocorreu no carro patrulha.

O incidente OVNI de Val Johnson foi divulgado na mídia nacional dos E.U.A. e se tornou um dos melhores relatos de OVNI dos anos setenta. Johnson apareceu com Hendry no programa de TV "Bom Dia América" da ABC. Vários amigos de Johnson lhe pediram para que ele se submetesse a um detector de mentiras a fim de provar que ele estava contando a verdade. Eles também pediram para que ele passase por uma hipnose para ver se ele poderia se lembrar melhor do incidente.
Johnson recusou ambos os pedidos afirmando que achava que a hipnose ou um teste do detector de mentiras só satisfariam a curiosidade mórbida das pessoas.

Desta forma, nunca podemos saber o que causou a perda temporária da sua visão ou o que aconteceu com ele durante aquele lapso de tempo perdido.

Fonte: Notícias de McDowell - Marion, Carolina do Norte, E.U.A.
Por Mike Conley

O Caso Dorset RAF, de 1967

Provavelmente o avistamento OVNI mais famoso durante a onda britânica de 1967 tenha sido o relatório do oficial J. B. W. 'Angus' Brook da inteligência da RAF.

O Caso do oficial aposentado da inteligência da Força Aérea Real do Reino Unido: Enquanto estava passeando com seus cachorros no começo da manhã de 26 de outubro em Moigne Downs em Dorset, o ex-oficial da inteligência da RAF J. B. W. 'Angus Brook testemunhou um objeto que desceu numa velocidade fenomenal antes de se nivelar abruptamente numa altura de aproximadamente 250 pés, a um quarto de milha de onde ele estava posicionado.

Detalhes do OVNI visto em Dorset em 1967

Brooks descreveu o objeto como um corpo circular central com uma fuselagem principal na frente e três fuselagens separadas na parte traseira. Durante o período de observação as três fuselagens traseiras se moveram de forma que a quarta fuselagem fizesse um formato de uma cruz. Brooks informou que não percebeu nenhum tipo de motor ou barulho na unidade, havia apenas um vento muito forte. O objeto permaneceu aparentemente imóvel durante mais de vinte minutos.

Durante o contato um dos cachorros de Brooks, um alsaciano, ficou muito distraído e freneticamente em pé enquanto desobedecia a seus comandos para sentar. Um grupo de investigadores do Ministério de Defesa, Dr. John Dickinson do Estabelecimento de Aéreo Real em Farnborough, Leslie Akhurst do S4 (Ar) e Alec Cassie, um psicólogo, entrevistaram Brooks e explicaram que ele tinha visto um flutuador de vidro, e que assunto estava resolvido no fluido de seu globo ocular, o avistamento que tinha se tornado dramático devido à queda de Brooks que adormeceu ou entrou próximo de um estado de sono foi declarado como um sonho.

Brooks pareceu ter ficado menos impressionado com a explicação do MOD e do que com a idéia que ele tinha cochilado depois de ter dormido durante uma ventania forte e ainda com um arranhão de seu cão.