Na Bíblia Sagrada, precisamente em Salmos, 68 Vs. 17, podemos constatar que “Os Carros de Deus São Milhares,Milhares de Milhares”.

Se, por outro lado, entendermos a Divindade e o Universo dentro dos seus devidos e elevados contextos, seremos forçados a encarar alguns fatos da nossa História mediante um ponto de vista muito mais lógico e até provido de bastante potencial de credibilidade.
Não se sabe exatamente de onde viriam ou ainda QUEM exatamente tripula os chamados OVNI, ou se preferirmos Discos Voadores. Porém, quer sejam essas enigmáticas criaturas terrestres ou extraterrestres; seres dimensionais ou ainda – muito provavelmente de acordo com os avanços da Física de vanguarda –, VIAJANTES DO TEMPO, o certo é que desde as mais remotas eras (isto é, desde os tempos conhecidos) parece existir uma espécie deles que sem a menor cerimônia faz questão absoluta de se mostrar, além de interferir aberta e propositadamente nos rumos da História deste pequeno planeta, mudando os vetores dos acontecimentos da maneira que melhor lhe convier!

Dotados de certas fraquezas até bastante humanas, esses “anjos” geraram até uma descendência nos antigos tempos e, nesse particular, o livro da Bíblia -precisamente Gênesis, Capítulo 6, Vs. 1,2 e 4– nos diz textualmente:
“Ora, sucedeu que, quando os homens principiaram a aumentar em número na superfície da Terra e lhes nasceram filhas, então os Filhos de Deus começaram a notar as filhas dos homens, que elas eram belas, e tomaram para si como esposas aquelas que escolheram….
Naqueles dias veio a haver os Nephlins na Terra, e também depois, quando os Filhos de Deus continuaram a ter relações com as filhas dos homens e elas lhes deram filhos; eles eram poderosos na antigüidade, os homens de fama”
(E aqui neste ponto, quando tratamos de “anjos” dotados de apetites sexuais, existe uma notável diferenciação: o Verdadeiro Anjo não faz amor. Ele é pura e exclusivamente o próprio Amor!)
O estudo dessas, por assim dizer, interferências se torna ainda mais amplo se encararmos alguns acontecimentos remotos com os olhos do nosso tempo – onde as nossas modernas conquistas tecnológicas poderiam certamente explicar muitos dos obscuros fatos do passado: O Popol-Vuh, livro sagrado dos Maias, dizia que “os deuses conhecem o Universo, A FACE REDONDA DA TERRA e os quatro pontos cardeais”. Os esquimós, por sua vez, têm nas suas mais remotas tradições o registro que “as primeiras tribos foram levadas para o norte por deuses com asas de bronze”!

Ainda na tradições tibetanas, os livros sagrados estão repletos de citações que envolvem objetos que se deslocavam nos céus, denominados “pérolas celestes”. Como se não bastasse, na antiga Índia os tratados históricos, igualmente milenares, tornam-se ainda mais reveladores:
Mahabharata, Ramayana, Samarangana e Sutradhara, por exemplo, descrevem detalhadamente os chamados VIMANAS, os carros do sol, os veículos do céu e, também, os pássaros de fogo.
Segundo esses antiqüíssimos tratados, escritos por cronistas e historiadores que jamais poderiam ter compreendido uma tecnologia mais avançada do que a da sua própria época (que por sinal era nenhuma!), aqueles máquinas “podiam se deslocar através da água, da terra, pelos ares e, principalmente, até os mais distantes planetas!

Ao examinarmos esses antigos tratados, temos a nítida impressão de folhear uma literatura técnica contemporânea, pois ficamos diante de alusões a trajetórias ondulantes, ventos propulsores e, surpresa!, aterrissagens e decolagens verticais – bem como a capacidade de uma nave voadora se imobilizar no espaço!
Espantoso sim, mas não é tudo. Essas máquinas que hoje, sem a menor sombra de dúvida, chamaríamos de UFOs, OVNI ou DV, possuíam, segundo aqueles antigos cronistas, a faculdade de se tornarem invisíveis e se deslocarem no mais absoluto silêncio.
Mas os tripulantes dessas misteriosas naves não se limitaram apenas à mera exibição das suas qualificações tecnológicas. Os livros antigos e sagrados vão, porém, muito mais longe do que isso: O Mausola Parvan descreve com incrível profusão de detalhes a utilização de armamentos talvez mais poderosos do que aqueles hoje à disposição das nossas grandes potências mundiais:

Enfim, um verdadeiro massacre que naqueles tempos somente poderia ter sido efetuado com tamanha potência e rapidez mediante o emprego de umaarma nuclear (ou talvez melhor que isso) que teoricamente jamais poderia ter existido na antigüidade!
O certo é que, alguém interveio na briga e acabou definitivamente com ela, através do método mais rápido: simplesmente eliminado os contendores!
Em um outro livro, o já mencionado Mahabharata, é descrito com riqueza de detalhes um conflito semelhante, ocorrido igualmente na antiga Índia: “a explosão daquela arma fazia o mundo queimar pela sua incandescência. Fortes ventos começavam a soprar; um silêncio profundo descia sobre o mar. No continente a água fervia e os animais morriam, ao correrem em busca de abrigo contra o terrível ataque. Todo o ser vivo tornava-se pálido e fraco; os cabelos e as unhas caíam e os cadáveres, mutilados pelo horroroso calor, não mais pareciam gente. As florestas queimavam e os inimigos eram ceifados”
Não é mesmo surpreendente a precisão dos detalhes, relatados pelo milenar cronista? Um sobrevivente de Hiroshima ou Nagasaki descreveria melhor aquilo que tivera o desprazer de presenciar?

“Sucedeu que naquela mesma noite saiu o Anjo do senhor, e feriu no arraial dos assírios a cento e oitenta e cinco mil deles: e, levantando-se pela manhã cedo eis que todos eram corpos mortos”
Foram intervenções tipicamente militares e por demais evidentes. Quem quer que se utilizasse daquela avançada tecnologia bélica sabia muito bem o que estava fazendo. E certamente obedecia a algum propósito bastante definido!
Fica tudo ainda mais esclarecedor, quando na mesma Bíblia, precisamente em Isaías, Capítulo 13, Vs. 4 e 5, o cronista fala da existência de “um Senhor dos Exércitos, que passa em revista o exército da guerra e que vem de uma terra longe, DESDE A EXTREMIDADE DO CÉU e o seus rostos são rostos flamejantes”

A tudo isso se somaria alguns episódios marcantes, bem como outras igualmente enigmáticas passagens –como por exemplo a destruição das muralhas de Jericó, quando os “anjos” forneceram uma “trombeta” cujas vibrações, certamente ultra-sônicas, as fez ruir fragorosamente!
Numa lista até bastante extensa, muitos outros acontecimentos intrigantes e bastante reveladores povoam as antigas crônicas dos historiadores e filósofos, tais como Plínio, Plutarco, Temístocles, Lycosthenes, Tito Lívio e outros.
Em 670 A.C. um tal “anjo do senhor”, que certamente foi uma nave celeste, destruiu em uma batalha todo o exército de Senaqueribe.
Segundo Volsínios, em 508 A.C, objetos voadores que foram denominados “clipeis ardens” (escudos ardentes), pairaram sobre a cidade de Bolsena para, logo depois, deixá-la totalmente destruída através de “raios caloríficos”!

Também em 405 A.C. Plutarco escreveu que duas “estrelas gêmeas” surgiram do céu para combater na guerra de Peloponeso, dessa feita destruindo a frota ateniense e assim propiciando a vitória do general espartano Lisandro.
Em 344 A.C., dessa feita na Sicília, outra “tocha celeste” favoreceu a vitória do general Timoleonte contra os cartagineses. Os relatos são abundantes e talvez o mais revelador de todos seja aquele que diz respeito às conquistas de Alexandre O Grande, personagem histórico que parece ter sido o mais ajudado e que, talvez devido a isso, conseguiu a proeza de em apenas 10 anos conquistar e submeter todo o mundo conhecido!
Em 322 A.C, na cidade de Tiro, Fenícia, durante o cerco que esse macedônio promovia, nada menos que “cinco escudos voadores, voando em formação triangular” (palavras do cronista da época!), tomaram parte dos combates. Desses objetos, sendo um dotado de grandes dimensões e os outros menores, “partiram vários raios que desfizeram as muralhas como se fossem feitas de lama, possibilitando a invasão da cidade”. Naquilo que parece ter sido uma estratégica cobertura militar, o cronista se refere ao fato de que os tais “escudos voadores” ficaram pairando até que fosse totalmente consumada a vitória de Alexandre. E além de tudo os classificou, em um outro combate vencido por Alexandre, como “grandes discos de prata brilhante que vomitavam fogo à sua volta”!

Aquilo que parece ter sido um míssil, destruiu em 73 A.C. as tropas de Mitríades quando se preparavam para combater os romanos sob o comando do cônsul Lúculo, próximo ao Mar Negro.
O cronista descreveu que “de repente o céu se abriu e viu-se um enorme objeto flamejante cair entre os dois exércitos. Tinha a forma de um jarro de vinho e era da cor do chumbo fundido”

Aliás, por toda a antigüidade e também no Antigo Egito e até mesmo na capital do poderoso Império Romano, os tais “escudos voadores” eram presença constante.
No reinado de Tutmés III, XVIII Dinastia Egípcia, os hieróglifos viajaram através dos tempos no Papiro Tuli, relatandonos exatamente isso:
“No ano 22, do terceiro mês de inverno, na sexta hora do dia, o escriba da Casa da Vida reparou que um círculo de fogo estava chegando dos céus e se quedou ajoelhado. Foram dizer ao faraó o que ocorria. Sua majestade estava meditando sobre o que ali sucedia. E essas coisas foram se tornando mais numerosas nos céus do que antes. Brilhavam mais intensamente do que brilhava o sol e se estendiam além dos limites dos quatro pilares do céu. O exército do faraó foi ver o que era, e ele foi junto. Depois da refeição da tarde aqueles círculos de fogo subiram muito alto nos céus e seguiram rumo ao sul….”

São, é claro, antigos relatos que muitos céticos tendem a considerar como simples lendas. Mas até que ponto as lendas seriam realmente lendas? Não foi exatamente acreditando nelas que Heinrich Schliemann trouxe à luz em 1870 as ruínas de Tróia, contrariando todos os negadores oficiais?
Seria então uma lenda, ou uma simples brincadeira, aquilo que, por exemplo, ficou registrado no diário de bordo do navegador Cristóvão Colombo e que os tratados convencionais de História se recusam a divulgar pelo fato de ser por demais fantástico?
Exatamente quatro horas antes de descobrir as terras da América, um objeto brilhante veio do céu e mergulhou no mar, bem próximo da sua caravela, e seguiu à sua frente, por debaixo d’água, guiando-a através da sua intensa luminosidade até o local preciso em que se encontravam aquelas terras inexploradas?
Fonte: Insólito! Mistérios do Céu, da Terra, do Espaço e do Tempo – Sérgio Russo
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