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sábado, 9 de maio de 2015

TORUS - O Fluxo Energético da Vida


A Natureza parece contar com um padrão de núcleo recorrente para a evolução da vida em todas as escalas - o TORUS. É o padrão encontrado na natureza e que existe em todos os lugares desde átomos a galáxias. Pode ser observado numa semente, numa fruta, num furacão, mesmo no campo eletromagnético que rodeia o homem e a terra. É como a vida se sustenta e evolui, e serve como um modelo universal para a sustentabilidade em todos os nossos sistemas.
Entre outras coisas, o torus mostra-nos como aceder a energia limpa e abundante, assim como expandir a nossa consciência, restaurar a saúde e equilíbrio da vida no nosso planeta.
O Torus, ou o padrão primário, é uma energia dinâmica que se parece com um donut – é uma superfície contínua com um buraco no meio. A energia flui através de uma das extremidades, circula em torno do centro e sai pela outra extremidade.
O conhecimento de padrões de tecnologias de alimentação limpa como o ventilador e hélice, já está avançado, são chamados de dispositivos de "energia nova" e nos ajuda a compreender melhor a natureza do "campo unificado".
"Olhando para trás em quase meio século de pesquisa, incluindo milhares de livros, filmes, entrevistas com especialistas de diversas áreas, se eu tivesse que escolher um denominador comum a todas as facetas da minha busca, seria o torus, a energia fundamental padrão que convida o nosso alinhamento em todos os níveis da nossa existência por nós para sobreviver e prosperar. " - Foster Gamble
Para os celtas, o fluxo da vida, o movimento do Universo e os ciclos eram representados pela Árvore da Vida Celta, na qual as raízes mais inferiores se ligam a seus galhos mais superiores, resultando nitidamente na forma do fluxo Torus, tendo também relação com o preceito hermético: “O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima”.
Povos ancestrais como os sumérios e os egípcios, entre outros, conheciam um símbolo muito antigo chamado de Semente da Vida, o qual é composto por sete círculos interconectados. Esse símbolo é conhecido como padrão da gênesis, e simboliza para muitas culturas a criação e a própria unidade formadora do universo, pois as células dos seres vivos se desenvolvem tendendo a este padrão.
Um aspecto interessante de se notar é que quando a semente da vida é rotacionada, suas linhas formam as linhas de um vórtice, que quando observado de cima é o próprio fluxo Torus visto em duas dimensões. Quando substituímos os círculos da semente da vida por esferas temos o fluxo Torus em três dimensões. Portanto, pode se levar em conta que o fluxo Torus esta implícito no código gerador da vida, a Semente da vida.
Um outro aspecto interessante é o símbolo do infinito representado por muitas culturas como um 8 deitado. Este signo é a pura representação em duas dimensões do fluxo Torus visto de perfil, ou seja, é a representação simplificada do fluxo natural. Se o símbolo do infinito for elevado para três dimensões, novamente temos o fluxo Torus completo.
Nos dias de hoje, com o advento e avanço da mecânica quântica, temos a teoria do Campo Unificado, um campo inteligente e consciente que une tudo e todos. A possível estrutura subjacente a este campo é a notável forma geométrica conhecida como Vector Equilibrium, que por possuir todos os seus vetores com o mesmo tamanho e relação angular, é a única forma que proporciona um equilíbrio vetorial absoluto e, portanto, é a forma mais natural para que o equilíbrio do Universo se perpetue como é. Um fato interessante a respeito do Vector Equilibrium é que ele surge naturalmente a partir da Semente da Vida, de forma que o fluxo Torus, a geometria do Vector Equilibrium e da Semente da Vida estão intimamente ligadas, sendo representações do fluxo, da estrutura e do código do Universo, respectivamente.
Para que o Campo Unificado se estabilize tal como foi proposto, e una tudo e todos, matéria e anti-matéria, bem como todas as formas de energia, de manifestação e de potencial, ele necessariamente tem que ser um campo de retroalimentação para que o equilíbrio e a harmonia sejam mantidos. Como podemos observar, a Natureza segue um padrão, e esse padrão é repetido nas escalas do micro, médio e macro cosmos.
Levando em conta a regularidade dos padrões da natureza, as informações étnicas e ancestrais e a especificidade da física vetorial aplicada às teorias da mecânica quântica, pode se concluir o que muitos já concluíram: que Universo está contido em um grão de areia, e o padrão do fluxo Torus esta presente em nós e em tudo a nossa volta, inclusive no campo que estabiliza a matéria, tudo e todos: o Campo Unificado.
Torus duplo
A maioria das dinâmicas dos Torus realmente contêm dois torus – chamados “tori” – como os aspectos masculinos e feminino do todo – uma espiral em direção ao pólo norte e outra em direção ao Pólo Sul. Isto também é referido como o “efeito Coriolis“. Como exemplos temos o clima na terra e o fluxo do plasma no sol.
A estrutura subjacente do Torus é o vetor de equilíbrio, ou “VE.” É o modelo pelo qual a natureza constitui energia em matéria.
Buckminster Fuller, um dos inventores do século XX, cunhou o termo “Vector Equilibrium”, porque o “VE” é única forma geométrica onde todas as forças são iguais e equilibradas. As linhas de energia (vetores) são de força e comprimento iguais. Elas representam a energia de atração e repulsão, como se pode sentir com um íman.
Na realidade o “VE” não pode ser observado no mundo material, porque ele é o equilíbrio absoluto da geometria. O que experimentamos na terra é sempre a expansão e a contração do equilíbrio absoluto. É como o nascimento de uma onda num mar tranquilo. Nasce uma forma material, desdobra-se com a energia e morre de volta para ela mesma. A VE é como a imaginável – ainda invisível- mãe de todas as formas e simetrias que podemos ver no mundo.
Para que o padrão se mostre em todas as escalas, tem que haver uma forma que permita que os organismos cresçam e em simultâneo mantenham a proporção entre os seus componentes. Existe um vórtice espiral na natureza que realiza isso. É chamado espiral phi e pode ser visto em tudo que ganhe forma, desde pequenos fetos a gigantes galáxias.
A espiral de phi numa direção muitas vezes é balanceada com outra na direção oposta – é chamado de espiral dupla Phi.
Faz sentido que o torus se mostre seja qual for a escala, pois parece que vivemos num universo fractal. “Fractal” significa que os mesmos padrões se repetem em todas as escalas, quer sejam observados através de um microscópio ou de um telescópio.
Quando se olha para uma pequena parte de um fractal, tem a aparência igual à sua forma completa. Como exemplos familiares, temos as cadeias de montanhas, leitos de rio, plantas e descargas de relâmpagos.
"A nossa crise é um nascimento. Somos um sistema vivo e viemos até o limite de uma fase de crescimento natural em um planeta finito ... Temos de aprender rapidamente a evolução ética ... Como buscamos facilitar um parto suave, uma transição graciosa e não violenta para a próxima fase da nossa evolução, vamos descobrir um padrão natural, um projeto do nosso nascimento, de transição e desenvolver um plano para colaborar com este projeto. " Barbara Marx Hubbard
A forma precede o nome, e sua história precede a escrita. O fluxo do universo se manifesta nesta forma, e Torus é o nome dado a este fluxo de retroalimentação presente em toda a natureza.
A influência e a forma deste fluxo podem ser notadas diretamente quando se observa por exemplo a forma de uma maçã, de uma abóbora, a forma dos campos magnéticos naturais dos imãs, dos planetas, da Terra, das estrelas, das galáxias, dos buracos negros, etc.
Podemos notar também a forma deste fluxo quando observamos a forma do campo eletromagnético dos seres vivos, como por exemplo do corpo humano, no qual o centro gerador desse campo é o Nó Sinusal no coração, que marca o pulso e gera impulso elétrico fazendo o coração bater.
Como consequência desse campo elétrico, há um campo magnético na forma do Torus que envolve todo nosso corpo. O tamanho deste campo é diretamente proporcional ao potencial elétrico gerado no coração. Outros corpos vivos como animais, plantas, organismos unicelulares, e até mesmo elementos químicos e o spin dos elétrons, também apresentam um fluxo energético na forma do Torus. Fenômenos naturais como furacões, tornados, ciclones, redemoinhos de vento e água apresentam seus vórtices nos moldes do fluxo Torus.
Aplicação:
A Pax Scientific patenteou a aplicação da espiral phi na tradução de “nature’s flow efficiencies into streamlined design geometries”. O resultado foi uma maior eficiência nas tecnologias tais como ventiladores, turbinas, bombas e muitas mais.
A pequena hélice baseada na concepção Phi, é capaz de circular num tanque de armazenamento de água de milhões galões sob a forma de um torus. Evita a estagnação e estratificação de temperatura e minimiza a necessidade de aditivos químicos. Tudo isto por 200-300 watts, a quantidade de energia que leva para acender 3 ou 4 lâmpadas.
Muita das tecnologias da ”nova energia” são baseadas neste padrão – imitam o torus para captar a energia a partir do espaço que nos rodeia. O inventor da energia livre, Adam Trombly, explica que o seu dispositivo cria um dínamo com energia que é derramada através do seu centro e cria também campo magnético, como o Torus.
Tecnologia da Nova Energia
Início Século XX – Nikola Tesla envolveu-se na exploração do que chamou de Energia Radiante. Nos dias de hoje, cientistas acreditam que Tesla estava lidando com o que agora se chama de Energia Livre.
A famosa “Torre de Tesla” e o laboratório de Tesla foram construídos por Nikola Tesla entre 1901 e 1905, em Shoreham, Long Island.Pretendia que fosse o primeiro sistema de radiodifusão do mundo.
A finalidade da torre era também a de transmitir energia elétrica sem fios, a partir da enorme reserva eléctrica em Niagara Falls, transmitida através da ionosfera e do solo para todo o planeta.
Tesla pretendia saturar a superfície do globo com eletricidade para uso global.
O financiador deste enorme projeto era JP Morgan, que mais tarde perguntou como é que iríamos cobrar aos consumidores por esta eletricidade?
Sem uma resposta clara a esta pergunta, Morgan parou o financiamento para a torre de Wardenclyffe de Nikola Tesla .
Muita das tecnologias da “nova energia” são baseadas neste padrão – imitam o torus para captar a energia a partir do espaço que nos rodeia. O inventor da energia livre, Adam Trombly, explica que o seu dispositivo cria um dínamo com energia que é derramada através do seu centro e cria também campo magnético, como o Torus.
Adam Trombley, é um cientista moderno reconhecido internacionalmente, físico e líder no desenvolvimento da tecnologia de energia de ponto Zero.
Inspirou-se nos trabalhos de Tesla e nas possibilidades vindas do Torus. Inventou diversos dispositivos capazes de extrair a nova energia a partir do “vazio”, como o “Closed Path Homopolar Machine” e “Piezo Ringing Resonance Generator.”
Trombley foi convidado a demonstrar um dos seus geradores na ONU, perante o Senado dos Estados Unidos. Porém, estes eventos foram minados pela 1ª Administração Bush. O governo Americano confiscou-lhe o dispositivo.
John Bedini, começou a trabalhar na energia radiante há algumas décadas. Produziu uma série de aparelhos que geram mais energia do que a que necessitam para trabalhar. Anunciou que iria começar a vendê-los a preços baixos. Pouco tempo depois foi atacado no seu laboratório, ameaçado e persuadido a não produzir tais equipamentos. Para assegurar a sua segurança teve de abandonar a sua invenção de energia gratuita.
John Hutchinson do Canadá, não só criou baterias de energia livre, como usou Tesla para criar anti-gravidade. Para colocar objectos a levitar. A área da propulsão podia ser revolucionada. Seu laboratório foi invadido e os seus equipamentos confiscados pela policia e governo em 1978, 1989 e de novo em 2000.
A partir do entendimento de todas essas informações preliminares, com este modelo Torus é possível estudar e sentir como este importante fluxo energético funciona na prática, de maneira palpável e ao alcance de suas mãos. As informações estão presentes em diferentes níveis e em diferentes graus de profundidade.
Este tipo de energia limpa, não precisa de petróleo, nem de cabos para ser transmitida e a sua fonte está em todo o lado. Se quiser saber um pouco mais sobre a fonte, quem mata e ameaça para que a tecnologia não seja aplicada e como tentarmos ultrapassar estes poderosos obstáculos, assista ao documentário Thriver.

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